Juan Riquelme leva filho que estava no México para jogo do Boca Juniors e causa polêmica

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O ex-jogador Juan Román Riquelme está no centro de um "escândalo de quarentena" na Argentina. O vice-presidente do Boca Juniors levou o seu filho Agustín para o empate em 1 a 1 contra o River Plate deste domingo no camarote da diretoria na Bombonera. A questão é que o jovem de 19 anos chegou no sábado de Cancún, cidade no México conhecida por suas praias, com um grupo de 149 estudantes em que 44 destes contraíram o vírus da Covid-19.

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Juan Román e Agustín passaram o jogo no camarote sem utilizar máscaras e sem fazer distanciamento social. O jovem também não respeitou a quarentena de dez dias recomendada pelo Ministério da Saúde da Argentina, o que causou comoção nos programas de TV e rádio do país.

O escândalo é amplificado pela situação do presidente do Boca Juniors, Jorge Amor Ameal, que saiu do hospital onde estava internado na última quarta-feira. E pelo técnico Miguel Ángel Russo, que faz parte do grupo de risco da Covid-19 por ter tratado um câncer recentemente.

Parte do jornalismo argentino pede punições severas a Juan Román Riquelme, para que ele sirva de exemplo à população nacional e ajude na disseminação da gravidade do problema.

A próxima partida do Boca Juniors pelo Campeonato Argentino será contra o Tallares, no domingo, 21 de março.