Jornalista britânica é criticada no Twitter após dizer que torcerá contra o Brasil na Copa

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 08.02.2019 - Celular com o aplicativo de rede social Twitter aberto. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 08.02.2019 - Celular com o aplicativo de rede social Twitter aberto. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A correspondente internacional Samantha Pearson, que cobre o Brasil para o jornal americano The Wall Street Journal, foi alvo da insatisfação de brasileiros. A jornalista postou na segunda-feira (21) que "iria torcer por uma rápida eliminação da seleção".

A escola em que o filho da britânica estuda avisou que iria liberar os estudantes mais cedo nos dias em que a seleção brasileira estiver em campo.

"A escola do meu filho aqui no Brasil está mandando os alunos para casa duas horas antes de cada jogo do Brasil na Copa do Mundo para que o pessoal possa assistir as partidas. Agora estarei torcendo por uma eliminação rápida para a seleção", postou Pearson no Twitter.

Nos comentários, o correspondente de política internacional da Globonews, Guga Chacra, disse que a escola em que seu filho estuda irá dispensar as crianças duas horas mais cedo nesta quarta-feira (21) para a comemoração do dia de Ação de Graças. "Como imigrante, eu respeito isso", respondeu.

Outros comentários disseram que a postagem foi xenofóbica, pois o futebol é uma parte importante da cultura brasileira e comparam o post da jornalista com as tradições no Reino Unido após a morte da rainha Elizabeth 2ª.

Após a repercussão, a britânica postou que deu para perceber como "o Brasil é louco por futebol" e complementou ao postar uma camisa da seleção, declarando sua torcida.