Jogos em Volta Redonda são um grande exemplo do "vamos fazer de qualquer jeito"

Fabio Utz
·1 minuto de leitura

O futebol, que deveria ser um "oásis" de felicidade para um povo que tenta lidar com a realidade imposta pela pandemia de coronavírus, também entra na onda do "vamos fazer de qualquer jeito". E, dessa vez, as indefinições passam do limite do bom senso.

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Jogo do Campeonato Paulista sendo marcado para Volta Redonda, no Rio de Janeiro, com 24 horas de antecedência é algo que beira a indecência. E o pior não é isso, mas sim ver que a cidade carioca se transformou na "salvação" de um Estadual que talvez até nem precisasse ser interrompido, mas que virou mais um símbolo de disputa de forças entre governo e clubes/federação.

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Aliás, Volta Redonda entrou no centro de polêmica, também, em relação à Copa do Brasil. A CBF marca uma partida para o município, e a prefeitura veta. Sim, nem a Covid-19 faz os "poderosos" aprenderem que o esporte também previsa ser tratado com profissionalismo e respeito a todas as partes envolvidas. Nessas horas, o poder não pode falar mais alto, e tudo seria mais fácil se houvesse o mínimo de vontade de levar o futebol a sério. E isso todos nós sabemos que não há...

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