Jogadores do Vasco seguem sem dar entrevistas até que funcionários sejam pagos

Luiza Sá
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O elenco do Vasco seguirá em silêncio até que o clube acerte pelo menos um mês de salários dos funcionários. Os jogadores receberam o valor referente a dezembro na última quarta-feira, mas optaram por manter o protesto até que mais pessoas sejam contempladas. Nesta quinta, os atletas continuaram sem falar com a imprensa após a derrota por 1 a 0 contra o Goiás, pela ida da terceira fase da Copa do Brasil.

Agora, a dívida com os atletas é referente às férias, janeiro e a segunda parcela do 13º. Apesar de já ter passado o quinto dia útil de março, fevereiro, por acordo interno, vence apenas no próximo dia 20. Os direitos de imagem não estão sendo pagos desde setembro de 2019, mas apenas uma parte do grupo recebe esse valor. A dívida do Vasco com os funcionários contempla, para quem recebe acima de R$ 1.800, dezembro, férias, 13º e janeiro. Para os que ganham abaixo desse valor, férias, 13º e janeiro.

O protesto começou há cerca de três semanas, após o desembarque da Bolívia, onde o Vasco empatou por 0 a 0 com o Oriente Petrolero (BOL), mas se classificou para a segunda fase da Sul-Americana. Na ocasião, a assessoria divulgou que dois jogadores dariam entrevistas, mas todos saíram sem falar. O único a dizer algo foi o diretor executivo de futebol André Mazzuco, que comunicou, dias depois, oficialmente a decisão dos atletas.

Na última terça-feira, o presidente Alexandre Campello se reuniu com as lideranças do elenco vascaíno no CT do Almirante para tentar amenizar os ânimos. O pagamento foi feito com a verba recebida de premiação pela classificação para segunda (R$ 1,3 milhão) e terceira (R$ 1,5 milhão) fases da Copa do Brasil.







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