Jogadores participam de palestra organizada pelo Instituto Maria da Penha sobre feminicídio e violência doméstica

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Atletas como Weverton, Pará, William Pottker, Gilberto e Marcos Antônio, além de outros jogadores, participaram de uma palestra virtual sobre feminicídio e violência doméstica, organizada pela OTB Sports em parceria com o Instituto Maria da Penha.

O bate-papo com todas as informações referentes ao tema foi apresentado pela Conceição de Maria, co-fundadora e superintendente geral do Instituto Maria da Penha. O assunto está diretamente ligado à história de vida da Organização, que se tornou um símbolo de luta no combate à violência doméstica contra a mulher.

Tipos e ciclo da violência, Lei Maria da Penha, impactos da Covid, políticas públicas e iniciativas de denúncia durante a quarentena foram alguns dos temas abordados no encontro.

- O papel do Instituto Maria da Penha nesse contexto é estimular e contribuir para a aplicação integral da Lei, bem como monitorar a implementação e o desenvolvimento das melhores práticas e políticas públicas para o seu cumprimento, promovendo a construção de uma sociedade sem violência doméstica e familiar contra a mulher - explica Conceição.

- Estudar e se inteirar sobre esse tema é super importante para nós atletas. Somos uma voz forte nessa sociedade e podemos ajudar de alguma forma a denunciar esse tipo de crime que é inaceitável em qualquer família - afirma Weverton, goleiro do Palmeiras e da Seleção Brasileira.

- Esse é um assunto muito importante que precisa ser tratado com muito cuidado e severidade. Nós, jogadores, temos um papel fundamental para divulgarmos isso, para que esse tipo de violência acabe de uma vez por todas. É inadmissível que isso aconteça e estamos aqui para apoiar as vítimas, que tanto merecem nosso respeito e carinho - completa Pará, lateral do Santos.

Sobre a Lei Maria da Penha
A Lei n° 11.340/2006 leva o nome de Maria da Penha como uma forma de reparação simbólica depois de tantos anos de omissão do Estado brasileiro e de impunidade do seu agressor. Ela também representa o acesso à Justiça e foi criada para garantir os direitos de milhares de mulheres em situação de violência no País.

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