Jogadores do Circuitão pedem mais jogos no palco

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Troféu da "segunda divisão" do League brasileiro (Leonardo Sang/BBL E-sports)
Troféu da "segunda divisão" do League brasileiro (Leonardo Sang/BBL E-sports)

Por Abner Bento, @abnerbento

A Vivo Keyd está no caminho para retornar à elite, após liderar toda a fase de pontos do Circuito Desafiante, a VK passou por cima da Havan Liberty por 3 a 0 e está na final do segundo split do CD. A equipe fará a final contra a ProGaming, que bateu a RED Canids também por 3 a 0.

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Sobre o nível da “segunda divisão” do League of Legends Brasileiro, o atirador Augusto "Klaus" Clauss acredita estar bem próximo ao dos times medianos do CBLoL.

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"Na questão de nível, acho que os três primeiros times do CBLoL são melhores que os do Circuito, mas do quarto para baixo eles estão no mesmo nível dos melhores times do CD, com nível parecido. Pelo circuito ter a maior parte online, acho que faz uma grande diferença, acredito que a Havan sentiu hoje", declarou o atirador da Keyd.

Uma questão bem frisada por todos os jogadores são os jogos presenciais, diferente do CBLoL onde todas as partidas são disputadas presencialmente, mesmo sem público, no CD a fase principal é disputada totalmente online e apenas os playoffs são nos estúdios da BBL, em São Paulo. Mesmo assim, Matheus "Professor" Leirião não acha que foi o fator decisivo.

"Influencia ao menos um pouco, eu não senti tanto essa pressão sob o Hidan, ele fez um primeiro e segundo jogos muito bons, mas no terceiro não foi tão bem, às vezes falta a malícia de saber usar a equipe, ele pegou um quadrakill e poderia acabar o jogo, e não conseguiu. Não jogar no stage te tira um pouco esse protagonismo", lembrou o suporte.

Consagrados, tockers e zantins exaltam proximidade com a elite, mas defendem jogos presenciais

Depois do bicampeonato brasileiro pela KaBuM e agora na Havan Liberty, o topo Luccas "Zantins" Martins destacou a evolução do campeonato, que tinha sim um nível muito mais baixo no passado.

"Há dois anos eu diria que os times do CD tinham nível muito inferior, os times eram muito menos preparados, mas agora jogando pela segunda vez, vejo que o nível está bem parecido, tem organizações como a Pro Gaming, a RED Canids, a Vivo Keyd, então está bem parelho as duas competições", comentou.

Consagrado ex-membro do Exódia, Gabriel "tockers" Claumann citou a dificuldade de treinos para as equipes do CD e também lembrou o desenvolvimento de talentos que o torneio permite.

"Eu sinto que o CD é um campeonato um pouco bagunçado, foge um pouco do calendário do CBLoL em relação a treinos, então sinto um pouco de dificuldade das equipes nesse sentido. Mas a dedicação dos jogadores é imensa, a fome de ganhar também, e também entendi como funciona o desenvolvimento de talentos, o próprio Flare, o Hidan, então ver jogadores com esse potencial mostra que dá pra criar talento", ressaltou.

Ainda sobre a fase online, tockers não aprova e confessa não ter jogado tão empolgado quanto num presencial. Além disso, comparou com outros torneios que só oferecem o modo presencial.

"Eu não gosto muito (de jogar online), acho que tira um grande fator do LoL competitivo, porque todas as competições que você vai participar serão em LAN. Eu particularmente não gostei da experiência, não me sentia tão animado para jogar, é a parte que eu menos gostei, mas entendo a questão logística", admitiu.

Para a grande final, quem vencer o título subirá diretamente ao CBLoL, enquanto o segundo colocado disputará o playoff de promoção contra a equipe da CNB.

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