Jogador da NFL auxilia veteranos de guerra com cães de companhia

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PHILADELPHIA, PA - OCTOBER 14: Tampa Bay Buccaneers Wide Receiver Chris Godwin (14) looks on during the game between the Philadelphia Eagles and the Tampa Bay Buccaneers on October 14, 2021 at Lincoln Financial Field in Philadelphia, PA. (Photo by Andy Lewis/Icon Sportswire via Getty Images)
Wide Receiver Chris Godwin tem sido ativo no auxílio aos veteranos de guerra. Foto: (Andy Lewis/Icon Sportswire via Getty Images)

Uma história incrível envolvendo o jogador Chris Godwin, wide reciever do Tampa Bay Buccaneers, veio à tona essa semana. O atleta, que é criador da fundação Team Godwin Foundation, mergulhou de cabeça na causa de auxílio aos americanos veteranos de guerra que passam por distúrbios psicológicos após o período de serviço no exército.

A entidade de Godwin, tocada por ele e Mariah, sua esposa, tem parceria com a K9s For Warriors, entidade que resgata os cães que passam por situações de risco em abrigos no sudoeste dos Estados Unidos, fornece treinamento por até 9 meses para os animais e depois os doa para os veteranos. Eles entendem que este tipo de atitude salvam não apenas uma vida, mas duas.

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Para o jogador, os cães de serviço, como são chamados, "fornecem a esperança de que o sol vai nascer no dia seguinte" para aqueles que sofrem com os traumas pós-guerra. Dois beneficiários do serviço estiveram no Raymond James Stadium, casa dos Buccaneers.

Rebeca Stevens, de 36 anos, serviu no Iraque por um ano e teve enorme dificuldade no retorno à vida civil. A ex-militar sofre de estresse pós traumático com consequências seríssimas, chegou a fazer uso de remédios fortes e, quando acabaram as prescrições, se viciou em heroína, terminou seu relacionamento e voltou para a casa dos pais. Stevens chegou a ser internada em três oportunidades até que em 2018, recebeu Bobbi, um labrador, em sua casa e sua vida mudou.

Outro caso é o de Carlos Cruz, que serviu ao exército americano no Afeganistão no ano de 2012. Carlos também sofre de estresse pós traumático, mas também tem crises frequentes de pânico, problemas para dormir, paranoias com pessoas armadas ou lhe atacando pelas costas. O animal que o auxiliou foi Hannah, também labrador, que está sempre presente nas crises do ex-militar.

De acordo com o relatório anual da National Veteran Suicide Prevention, 6261 veteranos cometeram suicídio em 2019, enquanto 390 mil cães sofreram eutanásia no país. Estudos feitos com militares que receberam a companhia dos animais mostram que os níveis cortisol, principal hormônio do estresse no corpo, dos veteranos chegam muito próximos aos de adultos saudáveis sem casos de estresse pós traumático.

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