Jesus quer ajudar o Flamengo a construir hegemonia no Brasil

ALEX SABINO
Folhapress
*ARQUIVO* RIO DE JANEIRO, RJ, 11.09.2019 - O treinador Jorge Jesus, do Flamengo, durante entrevista no CT do Ninho do Urubu. (Foto: Ricardo Borges/Folhapress)
*ARQUIVO* RIO DE JANEIRO, RJ, 11.09.2019 - O treinador Jorge Jesus, do Flamengo, durante entrevista no CT do Ninho do Urubu. (Foto: Ricardo Borges/Folhapress)

DOHA, QATAR (FOLHAPRESS) - Durante a entrevista coletiva após a final do Mundial de Clubes, o técnico do Flamengo, Jorge Jesus, foi avisado por um jornalista que seria condecorado com a Ordem do Infante Dom Henrique por iniciativa do presidente português Marcelo Rebelo de Sousa.

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A honraria foi criada, segundo o governo lusitano, para ser oferecida a quem prestou serviços relevantes a Portugal mesmo que no exterior.

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É consequência da febre a respeito do treinador e do Flamengo que tomou Portugal. Os jogos do clube passaram a ser transmitidos no país. O treinador disse saber que crianças usam camisas do clube carioca nas ruas portuguesas.

A questão para ele é o que vem pela frente nos próximos meses. Seu contrato com o Flamengo termina em maio e a diretoria acredita que ele vai permanecer. Porque o próprio Jesus acredita que seu elenco tem potencial para ser hegemônico no futebol em 2020.

"Dá para dizer que o Flamengo está no caminho certo. Temos todas as condições de manter a hegemonia do futebol brasileiro", resumiu.

A equipe termina o ano com os títulos carioca, brasileiro e da Libertadores. Entre as competições domésticas, a única que escapou foi a Copa do Brasil, em que foi eliminada nas quartas de final.

Ele descartou qualquer desgaste físico de sua equipe em relação ao Liverpool, especialmente na prorrogação. Isso apesar de o Flamengo ter feito 74 jogos oficiais na temporada, contra 55 do Liverpool.

"Essa é a realidade do nosso calendário e não há o que fazer. Mas dentro de campo eu vi a equipe superando qualquer dificuldade e a sensação que fica para nós, jogadores, é ter feito tudo o que era possível", opinou Diego, que mais uma vez entrou durante o segundo tempo mas, ao contrário da final da Libertadores e da semifinal do Mundial, não conseguiu fazer a diferença.

Este foi um discurso padrão do grupo flamenguista. A questão física não fez diferença. Eles preferiram ressaltar o futebol mostrado pela equipe contra o campeão europeu e agora Mundial.

"Não faltou nada. Jogamos bem, criamos chances e poderíamos ter vencido. Não vamos ter qualquer arrependimento do que fizemos em campo. O time deles é muito bom. Mas o nosso também é", disse Bruno Henrique antes de ir embora carregando o troféu de segundo melhor jogador do Mundial.

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