Jesus não deve encarar o Fla como recuperação do trabalho para retornar à Europa

Alexandre Praetzel
 Jorge Jesus, quando técnico do Benfica, durante partida contra o Rio Ave, válida pela final da Supercopa de Portugal 2014. Foto: Paulo Oliveira/DPI/Eleven/Gazeta Press
Jorge Jesus, quando técnico do Benfica, durante partida contra o Rio Ave, válida pela final da Supercopa de Portugal 2014. Foto: Paulo Oliveira/DPI/Eleven/Gazeta Press

Jorge Jesus acertou com o Flamengo. Ele assume o cargo de técnico, na parada para a Copa América. Seu contrato vai até junho de 2020. O blog recebeu a informação de que o português exigiu uma cláusula de liberação sem multa rescisória, caso receba uma proposta de um time de ponta da Europa ou alguma Seleção Europeia.

Uma pessoa ligada ao Flamengo não confirma essa exigência de Jesus. Vale lembrar que o colombiano Reinaldo Rueda tinha essa claúsula no acordo com a diretoria rubro-negra anterior, na gestão de Eduardo Bandeira de Mello.

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Aos 64 anos, Jesus terá o desafio de comandar um grande time de fora de Portugal. Ele tem três títulos da Liga portuguesa e dois vice-campeonatos da Liga Europa. Foi bem no Benfica e é reconhecido por isso, no seu país.

Quem já trabalhou com ele, o considera um profissional exigente, disciplinador, com metodologia moderna e ofensiva. Tem como característica, treinos em dois turnos e muitos trabalhos táticos.

Torço para que ele dê certo e traga novidades para o futebol brasileiro. Terá que conviver com um calendário difícil e com o pensamento imediatista e emocional dos dirigentes. Vamos conferir.

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