Jean Mota, do Santos, admite falta de ritmo para ser titular contra o Furacão: 'Dez dias sem treinar'

Fábio Lázaro
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Após dez dias afastados, por ter sido contaminado com a Covid-19, Jean Mota começou no banco de reservas na derrota santista por 1 a 0 para o Athletico-PR, neste sábado (21), pelas 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Arena da Baixada, em Curitiba.

O jogador, que entrou em campo aos 22 minutos da etapa final, mas não conseguiu impedir o revés, admitiu que não teria condições de atuar os 90 minutos, e que também houve uma preocupação do corpo técnico em preservas atletas vistos como titulares para o confronto diante da LDU, nesta terça-feira (24), pelo confronto de ida das oitavas de final da Libertadores, em Quito, no Equador, onde há 2.850m de altitude.

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- Pouco sem ritmo, normal, ficamos 10 dias sem treinar, sem fazer nada. Era um jogo difícil. A gente tem um jogo muitíssimo importante agora. Claro que a gente queria uma vitória pra subir na tabela, mas agora temos a Libertadores. A gente tem o jogo do ano para levar a vantagem pra casa - disse à TNT ao fim da partida.

Após o uruguaio Carlos Sánchez romper o ligamento do joelho, na vitória santista por 3 a 2, contra o Olimpia, em Assunção, pela quinta rodada do grupo G da Libertadores, Jean Mota, aos poucos, virou figura frequente entre os titulares, foram nove de 13 partidas.