Jamie Murray critica liberação da obrigatoriedade de vacina para Djokovic

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Jamie Murray
    Jamie Murray
    Tenista britânico
  • Novak Đoković
    Novak Đoković
    Tenista sérvio
  • Andy Murray
    Andy Murray
    Tenista britânico
Jamie Murray não gostou da liberação para Djokovic disputar o Australian Open. Foto: Bill Murray/SNS Group via Getty Images
Jamie Murray não gostou da liberação para Djokovic disputar o Australian Open. Foto: Bill Murray/SNS Group via Getty Images

As polêmicas em torno da participação de Novak Djokovic no Australian Open parecem estar longe do fim. Depois de postar uma foto embarcando para o país da Oceania e confirmar ter recebido uma autorização de exceção para competir no primeiro Grand Slam do ano, mesmo sem confirmar ter recebido a imunização, o sérvio foi alvo de críticas de outros tenistas.

Um dos primeiros a se pronunciar foi o britânico Jamie Murray, irmão de Andy Murray, ex-número 1 do mundo em simples, e parceiro do brasileiro Bruno Soares. Para ele a permissão a Djoko, mesmo após o torneio divulgar que seria obrigatória a apresentação de comprovante de vacina, pegou muito mal.

Leia também:

Já na Austrália, onde disputa a ATP Cup, Jamie Murray ironizou a decisão da liberação.

"Realmente, não sei o que dizer sobre isso. Acho que não teria obtido isenção se fosse eu que não tivesse sido vacinado. É isso mesmo. Devemos parabenizar Djokovic por conseguir vir à Austrália para competir", criticou Murray.

Entre as autoridades australiana, a notícia de que o jogador que vai em busca do décimo título no torneio, mesmo sem ter confirmado a vacinação, também não foi bem aceita.

O chefe executivo da competição pediu para Djoko revelar a razão da "isenção médica" que lhe permitirá jogar no primeiro Grand Slam do ano.

"Ajudaria certamente se Novak explicasse as condições em que solicitou e recebeu uma isenção", disse aos jornalistas Craig Tiley, que é também presidente da Associação Australiana de Tênis.

O ministro dos esportes também se manifestou e disse que não foi dado tratamento especial ao tenista sérvio.

"Quero deixar absolutamente claro, como tem sido sempre o caso, que ninguém está ou irá receber tratamento especial por causa de quem são ou do que conseguiram profissionalmente", disse Jaala Pulford, em coletiva de imprensa em Melbourne.

O ministro complicou dizendo que "é algo que causará desconforto a muitos" residentes de Melbourne, a cidade com mais dias sob isolamento durante a pandemia, e o resto do país onde foram postas em prática medidas duras para enfrentar a pandemia.

Anteriormente, o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, e outros funcionários tinham declarado que todos os tenistas e membros de comissões técnicas que vão participar do torneio deveriam ter a vacinação completa.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos