Aprovação de Bolsonaro segue na casa dos 30% após prisão de Queiroz, diz Datafolha

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Foto: Andre Borges/NurPhoto via Getty Images
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Uma semana depois da prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), a aprovação do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) segue no mesmo patamar.

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De acordo com pesquisa do Datafolha, publicada nesta sexta-feira (26), a aprovação de Bolsonaro está em 32%, o mesmo índice do fim de maio (33%). A rejeição ao governo é de 44% praticamente igual ao índice mostrado na pesquisa anterior (43%). Os que avaliam a gestão de Bolsonaro como “regular” está em 23% (em maio, eram 22%).

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Quando se trata da aprovação entre os que achavam que Bolsonaro sabia onde Queiroz estava escondido (ele foi preso em Atibaia, no interior paulista), o índice cai bastante: 15%.

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro é acusado de ser operador financeiro de um suposto esquema de rachadinhas que aconteceria na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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Ex-advogado dos Bolsonaro conhecia Queiroz há anos

Diferentemente do que o advogado Frederick Wassef afirmou, ele e o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, se conheciam há cerca de um ano e meio, segundo reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo.

Testemunhas afirmam que Queiroz e Wassef se encontraram em Atibaia, no interior de São Paulo, no fim de dezembro de 2018, poucos dias após a divulgação do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que indicava movimentações bancárias suspeitas de vários servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), incluindo o ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

Queiroz chegou a Atibaia na madrugada de 26 de dezembro de 2018 e se hospedou em um hotel no centro da cidade. Quando fez o check-out na manhã do mesmo dia, a funcionária responsável pela tarefa afirma que Wassef estava junto com Queiroz.

Segundo a então funcionária do hotel, Wassef era presença constante no local. No dia em questão, o advogado pediu uma sala “com muita pressa” para fazer uma reunião. Outra recepcionista do hotel confirma que os dois participaram de uma reunião que tinha pelo menos mais duas pessoas.

Outro funcionário do hotel, que fez o check-in de Queiroz, disse que negociou com Wassef sobre a disponibilidade de um quarto, mas que o advogado afirmou que não seria ele que ficaria no local e o apresentou ao “amigo meu, Queiroz”.

Mais cedo nesta quinta, a TV Bandeirantes mostrou em reportagem que Queiroz teria ficado em um apartamento da família de Wassef no Guarujá, litoral paulista, antes de ir para Atibaia.

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