Investigação cita conselheiro em ataque ao ônibus do São Paulo

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Ônibus são-paulino foi apedrejado antes da partida contra o Coritiba. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Ônibus são-paulino foi apedrejado antes da partida contra o Coritiba. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

A Polícia Civil paulista citou a participação de um conselheiro do São Paulo no ataque ao ônibus do time quando a delegação se dirigia ao Morumbi para enfrentar o Coritiba, em janeiro, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 2020.

Segundo a investigação, o conselheiro teria informado aos torcedores o trajeto do ônibus entre o CT da Barra Funda e o estádio do Morumbi. O veículo foi atacado próximo à ponte Eusébio Matoso, na Zona Oeste.

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O que chamou a atenção das autoridades foi que naquela oportunidade o trajeto do CT da Barra Funda ao Morumbi foi alterado e definido momentos antes da saída do veículo. Mesmo assim, os torcedores conseguiram esperar a passagem da delegação, a pouco mais de cinco quilômetros do estádio são-paulino.

Como o inquérito está sob sigilo, a identidade do conselheiro que estaria envolvido na emboscada ainda não foi revelada. Este é o principal foco da investigação neste momento.

Ao ge.com, o São Paulo afirmou que acompanha o processo e que espera que "todos os culpados pelo ato sejam encontrados, responsabilizados, julgados e punidos com o rigor da lei."

Torcedores foram presos no dia do ataque

Alguns torcedores que estavam na emboscada foram presos. Catorze pessoas acabaram detidas em flagrante. 

Com eles, foram encontrados objetos como barras de ferro, rojões e bombas caseiras. O Esquadrão de Bombas da Polícia Militar foi acionado para detonar os explosivos que, segundo os especialistas, tinham alto poder de destruição.

Bruno Arcanjo, dirigente da Torcida Independente, principal organizada são-paulina, foi denunciado pelo Ministério Público por ter participado do planejamento do ataque, mas nega envolvimento no caso.

Vale lembrar que na véspera do jogo, válido pela 32ª rodada do Brasileirão, na sexta-feira, torcedores se manifestaram em frente ao CT da Barra Funda pedindo a saída do então técnico do clube, Fernando Diniz, e também de alguns jogadores do elenco do São Paulo, em ato pacífico.

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