Internet reage à condenação de Robinho por estupro: 'Estragou uma vida'

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Robinho durante período de treino no Santos em 2020 (Foto: Santos FC)
Robinho durante período de treino no Santos em 2020 (Foto: Santos FC)

A Corte de Cassação de Roma, última instância da justiça italiana, rejeitou o recurso do atacante Robinho e seu amigo Ricardo Falco, no início da tarde desta quarta-feira (19), e condenou os dois a nove anos de prisão pelo estupro coletivo contra uma mulher albanesa praticado em 2013.

Robinho tentava se defender do crime que aconteceu no dia 22 de janeiro de 2013 na boate Sio Café, em Milão. Uma mulher de 23 anos que estava embriagada e inconsciente no local, foi abusada sexualmente pelo jogador e outros cinco brasileiros dentro de um camarim.

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A justiça italiana poderá pedir que a dupla cumpra a pena no território italiano. No entanto, dificilmente Robinho e Falco ficarão na Europa, uma vez que a constituição de 1988 não permite a extradição de brasileiros, logo, o país da UE poderá pedir ao governo brasileiro para que os dois cumpram a pena em penitenciárias nacionais.

Nas redes sociais, os internautas repercutiram o caso.

"Amigos, o Robinho não “estragou a carreira” coisa nenhuma. A carreira dele como jogador já estava no fim e ele está bem rico, vivendo melhor que 90% da população brasileira. O que ele estragou foi a vida da garota violentada mesmo", pontuou um.

"Robinho é oficialmente estuprador. Vamos lembrar uma de suas falas mais nojentas: 'Estou rindo porque não estou nem aí, a mulher estava completamente bêbada, não sabe nem o que aconteceu'", criticou outra.

"Não, o Robinho não errou. Erro é temperar arroz com açúcar no lugar do sal. Robinho cometeu um crime. E lugar de estuprador é na cadeia. Já chega de tanto homem filho da puta sendo adorado em todos os lugares e tendo seus crimes sendo ignorados", escreveu uma terceira.

"Não cabe mais recurso. Acabou. Já podemos dizer que Robinho é um homem condenado por estupro ou ainda tem gente que vai se doer e ameaçar jornalista de processo?", disse Lívia Laranjeira, repórter da Globo.

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