Ingrid Guimarães sobre Gabriela Duarte: “Amizade é mais importante do que política”

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Ingrid Guimarães é amiga de Gabriela Duarte, filha de Regina (Foto: Reprodução/Instagram @ingridguimaraesoficial @gabidu)
Ingrid Guimarães é amiga de Gabriela Duarte, filha de Regina (Foto: Reprodução/Instagram @ingridguimaraesoficial @gabidu)

Ingrid Guimarães criticou o governo Jair Bolsonaro na tarde desta quarta-feira (13) durante coletiva de imprensa do programa ‘Além da Conta: #Confinados’, que estreou ontem no GNT. A atriz e apresentadora se mostrou preocupada com o futuro da produção audiovisual no país e pediu a união da classe artística, mas “aliviou” a secretária especial de Cultura, Regina Duarte, em nome da longa amizade com a atriz Gabriela Duarte.

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A artista disse que a entrevista de Regina à CNN Brasil, em que a ex-global relativizou a ditadura militar e as mortes por coronavírus, foi “superinfeliz”. “Não concordo com esse governo em absolutamente nada em relação à cultura. Falta bom senso. Em respeito à Gabriela, não vou adentrar nesse assunto. Sou amiga dela há muitos anos”, diz ao Yahoo. “Amizade é mais importante que política”, completa.

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Ingrid Guimarães e Gabriela Duarte são amigas íntimas. Costumam frequentar a casa uma da outra, viajam juntas e compartilham cliques nas redes sociais.

Entretanto, Ingrid pediu para que os artistas brasileiros se unam em tempos tão difíceis. “Nossa classe tem que se unir. Os jornalistas e os artistas têm que se unir, criar uma bolha para não nos contaminarmos. Nosso governo tem desprezo pelo nosso ofício, a falta de respeito é muito grande. Temos que defender uns aos outros”, dispara.

Falta de incentivo ao cinema

A global, que está no ar na reprise de ‘Novo Mundo’, chamou atenção para as consequências da paralisação de pequenas produções por falta de incentivo da Agência Nacional do Cinema (ANCINE).

“O cinema já tinha um problema, já estava praticamente há um ano com fundos congelados, filmes parados por causa da burocracia da ANCINE. Temo muito pelo nosso futuro. Não temo por mim, pelos atores famosos. Temo pelos pequenos grupos que dependem de editais, pelos artistas com menos dinheiro. Por esses, sim, eu tenho medo. Precisamos de políticas de incentivo, políticas de proteção ao cinema brasileiro”, finaliza.

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