iFood vai investir em veículos elétricos para eliminar carbono

Redação Finanças
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BRAZIL - 2019/05/27: In this photo illustration the iFood logo is seen displayed on a smartphone. (Photo Illustration by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
BRAZIL - 2019/05/27: In this photo illustration the iFood logo is seen displayed on a smartphone. (Photo Illustration by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Empresa emitiu 128 mil toneladas de CO2 em 2020

  • iFood quer telhado verde na sede em Osasco

  • Veículos não poluentes devem ser 50% até 2025

A foodtech brasileira iFood tem um plano ambicioso para eliminar completamente as emissões de carbono da companhia até 2025. Batizado de Regenera, a empresa anunciou nesta quinta-feira (25), o investimento em veículos elétricos, pesquisa e desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

Segundo comunicado do iFood, a ideia é "mensurar, reduzir e neutralizar" todas as emissões dos gases do efeito estufa. O primeiro passo foi entender o tamanho do problema, segundo relatório da empresa de tecnologia Moss.Earth, ao todo, foram emitidas 128 mil toneladas de CO2 pela foodtech em 2020. 

A neutralização dessa poluição, segundo o iFood, será feita também por meio de "investimento em projetos de preservação ambiental e reflorestamento". A ideia é que 50% dos pedidos sejam entregues em modais não poluentes até 2025.

Bikes elétricas

O programa iFood Pedal, lançado em outubro do ano passado, em parceria com a Tembici, oferece planos acessíveis para o aluguel de bikes elétricas pelos entregadores. Atualmente, mais de 2 mil profissionais estão cadastrados e compartilham mil bikes elétricas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Outra fonte de poluição são os próprios escritórios da empresa. Para minimizar o impacto destas instalações, os funcionários, segundo o iFood, também passaram a fazer o "uso racional de recursos, reutilizando água e terão fontes de energia mais limpa". 

Também está prevista a criação de um telhado verde na sede do iFood em Osasco (SP). A ideia é que ali seja cultivada uma horta, e que os moradores do entorno possam levar para casa alguns vegetais.