Hotel de luxo comprado por Messi por quase R$ 200 milhões pode ser demolido

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    Lionel Messi
    Futebolista argentino
Jogador adquiriu o empreendimento em 2017. Foto: Aurelien Meunier - PSG/PSG via Getty Images
Jogador adquiriu o empreendimento em 2017. Foto: Aurelien Meunier - PSG/PSG via Getty Images

Eleito o melhor do mundo pela sétima vez nesta semana, Lionel Messi parece ter motivos para se preocupar com um de seus investimentos. Isso porque, em junho de 2017, o craque argentino comprou um hotel de luxo na Espanha por 30 milhões de euros (R$ 192 milhões na cotação atual).

Até aí tudo muito bem, com a aquisição do empreendimento que fica em Sitges, município localizado a cerca de 40 quilômetros de Barcelona.

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Só que Messi pode ter caído em um golpe. Segundo o jornal “El Confidencial”, o craque que atualmente defende o PSG, adquiriu o Hotel MiM Sitges sem saber de irregularidades que fizeram com que as autoridades da cidade ordenassem a demolição do local.

O empreendimento não cumpria uma norma urbanística e o empresário Francisco Sánchez Rodríguez, dono anterior do hotel, já sabia das irregularidades e da ordem de demolição, mas mesmo assim não travou o negócio com o jogador, que na época ainda defendia o Barcelona.

Rodríguez disse ao periódico que não existe qualquer ordem de demolição, mas a prefeitura de Sitges deixou bem claro que a sentença está definida. Já Messi não quis falar sobre o caso.

O local é paradisíaco: construído em 2013 , a hospedagem fica a poucos metros da praia, com 77 quartos e suítes, 300 m² de salões com luz natural e um ‘spa’ equipado com circuito de águas. Tem ainda piscina, ginásio e ‘sky bar’.

Quem quer passar um fim de semana por lá tem que desembolsar entre 105 e 216 euros para duas pessoas (de R$ 672,00 a R$ 1.380,00) na diária de um quarto.

Obra irregular começou em 2009

Francisco Sánchez Rodríguez solicitou à Câmara Municipal de Sitges uma licença de construção para subir o hotel em 2009. No fim do ano, ele começou a obra, mas a construção avançou fora de padrões estabelecidos.

Um dos erros foi a construção de grandes varandas que se projetam a dois metros da fachada. Sem autorização para tais varandas, o empresário tentou regularizar a documentação alguns anos depois, mas a prefeitura não concordou com os argumentos e definiu demolir o hotel.

Como a estrutura das varandas do Hotel MiM Sitges está enraizada na estrutura central do edifício será necessário derrubar todo prédio, de acordo com relatórios de engenheiros locais.

“É impossível demolir apenas os elementos salientes, que são as varandas, visto que elas são suportadas pela estrutura. Neste caso, seriam sete andares afetados. A própria natureza desta técnica construtiva, ao cortar os tensores, provocaria uma falha estrutural do edifício. Se você remover só as varandas, o prédio desabaria”, diz um documento sobre o hotel.

Além dessas irregularidades, uma outra preocupação é com o plano de emergência de incêndio, que também não teve aval necessário e as consequências de um possível incêndio poderiam colocar os hóspedes em risco.

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