Hostilizado, Cristovão diz não ter preocupação em possível demissão

David Nascimento

O técnico Cristovão Borges - assim como o presidente Eurico Miranda - foi muito hostilizado pelos torcedores do Vasco durante e após o empate em 1 a 1 com o Vitória, na noite desta quinta-feira, pela ida da terceira fase da Copa do Brasil, em São Januário. O treinador foi questionado em entrevista coletiva sobre possível receio de ser demitido pelo clube, mas passou tranquilidade com a resposta.

- Não tenho preocupação - pontuou o comandante.

As vaias dos torcedores do Vasco e de clubes que já ocupou o cargo de técnico pode ser consideradas como uma constante para Cristovão Borges. Pelas redes sociais, isso pode ser observado com membros da torcida do Flamengo e Corinthians, por exemplo. Eurico Miranda nos últimos dias afirmou que a maioria da torcida tem preconceito com o treinador. Na coletiva, ele afirmou estudar esta perseguição, mas sem ter ainda chegado a uma conclusão. Sobre o jogo, viu equilíbrio:

- A torcida quer o que nós queremos: ganhar e jogar bem. Alguns momentos são importantes para fazermos isso, como hoje, e não aconteceu. Estamos todos chateados, porque no jogo em si, em todo o momento, não só quando o Vitória ficou com 10, estávamos melhor. Jogamos um bom primeiro tempo, jogando em casa era objetivo fazer valer o mando de campo. Tem a partida de volta e temos toda condição de conseguirmos a classificação em Salvador.

O Vasco volta a treinar nesta sexta-feira à tarde, em São Januário. O próximo compromisso é domingo, contra o Macaé, no Nilton Santos, na estreia na Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca. A volta contra o Vitória é quinta-feira da semana que vem, em Salvador.







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