Histórico do Palmeiras em Libertadores mostra raros episódios de derrota como mandante por três gols de diferença

Fabio Utz
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A vantagem obtida no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores dá ao Palmeiras uma certa tranquilidade para o duelo da volta, nesta quarta-feira, no Allianz Parque. O time paulista, que ganhou do Delfín, no Equador, por 3 a 1, precisa perder por três gols de diferença para ficar de fora da sequência do torneio (ou por dois, desde que o rival balance a rede ao menos quatro vezes). E isso é algo raro de acontecer com o Verdão dentro de casa na história da competição.

Estatística apresentada pelo Uol Esporte mostra que o Palmeiras só foi derrotado por esta margem, como mandante, duas vezes em Libertadores. E lá nos primórdios da disputa. Em 1971, levou 3 a 0 do Nacional-URU, que viria a ser o ganhador daquela edição - o embate, válido pela segunda fase, ocorreu no Pacaembu. Já em 1979, houve um revés de 4 a 1 para o Guarani, então campeão brasileiro, no Morumbi.

Além disso, a equipe paulista, jogando em seus domínios, só sofreu três gols em outras três oportunidades. Em 2001, pela rodada de ida das quartas de final, empatou em 3 a 3 com o Cruzeiro, no Parque Antarctica. Em 2006, perdeu por 3 a 2 para o Cerro Porteño-PAR, no mesmo local, mas já estava classificado para as oitavas de final. Por fim, em 2009, novamente em seu antigo estádio, foi superado por 3 a 1 pelo Colo-Colo-CHI pela segunda rodada da fase de grupos. Ou seja, é quase impossível pensar que o Delfín venha a assustar.

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