Hernández sofre com o português em Santos e se diz fã de picanha

Primeiro reforço anunciando oficialmente pelo Santos para a temporada, em outubro de 2016, Vladimir Hernández desembarcou no Brasil apenas em janeiro. Apesar do pouco tempo no país, o colombiano já se vê adaptado no Santos, tanto que foi um dos destaques da goleada por 4 a 1 sobre o São Bernardo, no último domingo. Porém, apesar do bom momento dentro de campo, o atacante enfrenta um problema fora dele: a língua portuguesa.

Mesmo conseguindo se comunicar bem com os outros atletas e também com a comissão técnica, Hernández ainda sofre para fazer atividades corriqueiras, como comer em um restaurante, por exemplo. Para resolver essa situação e degustar uma bela picanha, seu prato favorito, o colombiano precisa improvisar.

“Me sinto feliz pela tranquilidade de Santos, saio de vez em quando perto da praia, tudo muito lindo. Mas me complico um pouco nos restaurantes, mostro no cardápio para que me entendam (risos). Me sinto da melhor maneira desde que cheguei. Isso ajuda muito no rendimento. A carne é sensacional. Picanha é a que eu mais comi. Sempre peço o mesmo. Arroz sempre peço também. É o que eu mais comi em Santos”, disse o atacante em entrevista coletiva nesta terça-feira, no CT Rei Pelé.

Treinando com o elenco do Peixe desde o início da pré-temporada, no dia 11 de janeiro, Hernández só conseguiu fazer sua estreia oficial pelo clube na última quinta-feira, no empate diante do Sporting Cristal, no Peru, pela estreia na Libertadores. A demora aconteceu por conta de um imbróglio entre as diretorias de Santos e Junior Barranquilla, ex-clube do atacante. Hoje liberado, o colombiano admite que ficou até desesperado com a situação.

“É normal ficar ansioso, querer jogar. Desde que eu cheguei estava só treinando, desesperado um pouco, querendo solução, mas o importante é que passou, pude jogar tanto em Libertadores como no Paulista. Espero seguir fazendo as coisas bem, ganhando terreno na equipe. A confiança do professor e da diretoria e dos companheiros é muito importante”, concluiu.