Hamilton reconhece que reforçou foco para lidar com 'Bottas 2.0' em 2019

Redação GP

Ainda resta uma etapa para o final da temporada 2019 da Fórmula 1, mas Lewis Hamilton já aproveitou para fazer seu balanço do ano. Mesmo com um começo difícil e precisando lidar com um repaginado Valtteri Bottas, viu o campeonato de forma positiva.

 

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O início da disputa foi bastante parelho entre a dupla da Mercedes. Enquanto o finlandês conseguiu uma importante vitória na Austrália, o inglês triunfou nas duas seguintes. Então, o #77 voltou a vencer no Azerbaijão, deixando a briga empatada e acendendo um sinal de alerta.

 

Entretanto, não demorou para o #44 engrenar no campeonato, ganhando as quatro etapas seguintes e subindo no degrau mais alto do pódio em outras quatro oportunidades. O sexto título veio nos Estados Unidos, com duas etapas de antecedência.

 

Ao fazer uma avaliação da temporada, Hamilton admitiu que não foi dos anos mais fáceis, especialmente por ter visto Bottas batê-lo no quesito de pole-position. “Admito que não teve um plano para ser menos ‘uau’, mas consistência na corrida era importante para mim. E então outras áreas. É doido porque chegamos em agosto pensando ‘caramba, tivemos oito vitórias’”, falou em entrevista a ‘BBC’.

Lewis Hamilton (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)



“E como time, tivemos 14, e você meio que esquece essas coisas porque está sempre olhando para frente e o tempo está sempre passando. Mas não foi intencional não ser ‘uau’. Tenho procurado aquela volta ‘uau’ neste ano. E honestamente tive boas voltas, mas não chegaram a se destacar, sabe?”, seguiu.

 

“Alguns segundos lugares em que separei as Ferrari me pareceram ‘uau’, mas porque não estive na pole por 0s5 não parece dessa maneira. Internamente pareceu para mim, porém. As primeiras corridas normalmente não são perfeitas para mim. Ainda não foram ruins, ainda são melhores do que o normal”, emendou.

 

"Mas então houve toda a pressão externa do ‘Valtteri 2.0’ e estive pensando ‘estamos 2 a 2, duas vitórias para cada’. E para mim, não conseguia... tive de me manter sólido, não podia permitir me abalar. Mas sendo humano é muito difícil não notar essas coisas”, continuou.

 

“Então, depois comecei a ir muito bem. Passou a ser 3 a 2, 4 a 2, 5 a 2, 6 a 2, 8 a 2, e pensei ‘isso está muito bom”, concluiu.



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