Hamilton critica FIA por proibição do uso de joias na Fórmula 1

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CHANDAN KHANNA
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O heptacampeão de Fórmula 1 Lewis Hamilton afirmou nesta sexta-feira que não deixará de usar joias durante as corridas, como pediu a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), mesmo que isso signifique perder o Grande Prêmio de Miami neste fim de semana.

"Temos pilotos de reserva, então estamos prontos e preparados para o fim de semana. Existem muitas coisas para fazer nesta cidade, então ficarei bem de todo jeito", brincou Hamilton em entrevista coletiva, na qual apareceu com três relógios, anéis, colares e brincos.

Embora a proibição de joias a bordo dos carros tenha sido introduzida em 2005 como medida de segurança, os pilotos nunca a tinham adotado de fato.

Mas nesta temporada, o novo diretor de prova da FIA, Niels Wittich, decidiu fechar o cerco para fazer cumprir a medida.

Para justificar, a FIA argumentou: "o uso de joias durante a competição pode dificultar as intervenções médicas, assim como o posterior diagnóstico e tratamentos necessários em caso de um acidente".

"Estou há 16 anos praticando este esporte, e há 16 anos usando joias", lamentou o piloto da Mercedes, que afirma que "no carro eu só tenho meus brincos e um piercing no nariz, que nem sequer posso tirar".

Se a medida não agrada Hamilton, ele também considera "inútil entrar em uma briga".

"Tentarei me comunicar e trabalhar com Mohammed (Ben Sulayem, presidente da FIA). Estou aqui para ser um aliado do esporte, de Mohammed e da Fórmula 1 e creio que temos coisas a fazer e um impacto a causar. É nisso que temos que nos concentrar", concluiu o britânico.

hdy/ol/cb

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