Gugu Liberato: relembre 5 quadros e curiosidades do programa 'Viva a Noite'

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(Reprodução/Instagram/@guguliberato)
(Reprodução/Instagram/@guguliberato)

Sucesso da TV na década de 1980 com apresentação de Gugu Liberato, o ‘Viva Noite’ surgiu de uma ideia de Sílvio Santos concretizada pela diretora argentina Nelly Raymond:  um programa para toda família no horário da noite. Estreou em 16 de novembro de 1982, uma terça-feira, ainda sem Gugu Liberato no comando. Foi justamente a partir da efetivação de Gugu Liberato como apresentador, e deslocado para as noites de sábado, que o ‘Viva a Noite’ se tornou um fenômeno graças a atrações como as que relembraremos a seguir:

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Sonho Maluco

O nome não é por acaso: sem dúvidas foi esse o quadro mais insano da história do programa. Telespectadores enviavam cartas contando loucuras que gostariam envolver seus ídolos e o programa as concretizava. De Zé do Caixão indo às lágrimas ao cortar suas enormes unhas ao som de ‘Admirável Gado Novo’, de Zé Ramalho a Agnaldo Timóteo dirigindo em alta velocidade, atravessando um painel com a foto de Jerry Adriani e quebrando o nariz, muitos sonhos malucos de fãs se realizaram.

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Rambo Brasileiro

O sucesso dos filmes estrelados por Sylvester Stallone na primeira metade da década de 1980 coincidiu com a escalada do ‘Viva a Noite’. Logo surgiu o concurso para escolher a “versão brasileira” do veterano do Vietnã, intercalando reconstituição “low cost” de cenas de ‘Rambo: Programado para Matar’ e ‘Rambo 2: A Missão’ e apresentação dos candidatos caracterizados no palco, com o peitoral à mostra para avaliação dos jurados e juradas.

O Baile dos Passarinhos

“Passarinho quer dançar, o rabicho balançar, porque acaba de nascer, tchu, tchu, tchu, tchu”... quem viveu a década de 1980 tem esses versos na memória afetiva. Sinal de que o compositor do jingle de um dos patrocinadores e embalava o encerramento do ‘Viva a Noite’ fez um excelente trabalho. A coreografia comandada por Gugu Liberato fechava o pacote.

Menudos e seus “primos” brasileiros: Dominó e Polegar

Se os Menudos viraram febre no Brasil, o ‘Viva a Noite’ teve grande parcela  de responsabilidade, graças à divulgação maciça do hit ‘Não se reprima’. As “versões brasileiras” logo surgiriam, com o Dominó - produzido pelo próprio Gugu e presença constante no programa desde a formação até a dissolução -  e Polegar, cujo integrante mais famoso, Rafael Ilha, mais tarde apareceria no SBT com bem menos glamour: lutando contra o vício em drogas.

Plataforma de lançamento de bandas

Além das boy bands Dominó e Polegar, o ‘Viva Noite’ também ficou marcado pela primeira apresentação de Cazuza na TV após sua saída do Barão Vermelho em 1986. O cantor, que morreria quatro anos depois em decorrência da AIDS, Cazuza subiu ao palco para apresentar ‘Exagerado’, faixa-título do seu primeiro álbum solo.

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