Guerrero no Gre-Nal: jejum com Inter não é o pior em clássicos no Brasil

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Paolo Guerrero mais uma vez passou em branco em um Gre-Nal, desta vez o de número 425. Na última quarta-feira (23), na retomada do Campeonato Gaúcho após a paralisação motivada pela Covid-19, o atacante peruano não representou perigo aos gremistas e teve suas ações praticamente anuladas pelos zagueiros Geromel e Kannemann. Para piorar, o Inter foi derrotado por 1 a 0 – graças ao gol de falta marcado por Jean Pyerre, mas cujo desvio em Moisés teve importância fundamental para tirar as chances de defesa de Marcelo Lomba.

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Desde que chegou ao Inter, em 2019, Guerrero ainda não saboreou o gosto de uma vitória sobre o arquirrival. Foram seis partidas, três empates e o mesmo número de derrotas. Os resultados são os piores do peruano em clássicos desde sua chegada ao Brasil – entre 2012 e 2015 defendeu o Corinthians, antes de vestir a camisa do Flamengo entre 2015 e 2018 – e motivam ironias de gremistas e cobranças de colorados. Entretanto, sob o ponto de vista individual, o desempenho de Paolo no Gre-Nal não é o seu pior em clássicos brasileiros.

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Nos tempos de Flamengo, Guerrero não conseguiu fazer nenhum gol contra o Vasco em nove partidas. As cobranças que recebeu naquele período chegam a lembrar as de hoje, com a diferença que o Rubro-Negro (já com um elenco certamente superior ao do Cruz-maltino) conseguiu vencer o rival duas vezes.

Outro fator que aliviou as críticas recebidas no Rio de Janeiro, em comparação ao seu desempenho pelo Inter contra o Grêmio, foram os gols de Guerrero sobre Botafogo e Fluminense: o peruano marcou quatro vezes contra cada um destes adversários. A pedra na chuteira foi mesmo o confronto contra o Vasco.

Apesar das críticas pelo desempenho em Gre-Nais, Guerrero já viveu situação pior contra outro grande adversário. Até igualar a marca negativa contra os cruz-maltinos, o camisa 9 terá outras três oportunidades de estufar as redes gremistas.

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