Grupo de oposição do Fluminense busca definição por chapa única, mas tem que correr contra o tempo

Primeiro encontro dos pré-candidatos de oposição do Fluminense com Celso Barros Foto: Reprodução


Além do país viver um clima de eleição neste domingo, o Fluminense também está com expectativa de saber o novo presidente para o próximo triênio nos anos de 2023-2025. Diante disso, o grupo de oposição busca reunir forças para tentar bater o atual mandatário do clube, Mário Bittencourt, porém precisa acelerar as ideias para ganharem destaque. Essa semana, certamente, haverá novidades.

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A oposição é formada pelos pré-candidatos à presidência Ademar Arrais, Marcelo Souto e Rafael Rolim. Os três, junto de outros nomes conhecidos, como Celso Barros, vice-geral afastado da atual gestão desde 2019, fizeram reuniões durante a semana para tentar chegar a um acordo sobre a criação de uma chapa única para focalizar os votos, porém ainda não está nada definido. Ainda não há nada de concreto, mas pode ter novidades ao longo da semana.

Apesar disso, os três não têm muito tempo para debaterem. Para registrar a chapa, os quatro pré-candidatos precisarão conseguir 200 assinaturas de sócios do clube – sem contar a modalidade sócio-futebol. Com isso, começa uma "corrida por assinaturas". O prazo é entre 1º e 15 de novembro. Caso seja encontrada alguma irregularidade, serão dadas 72 horas para correção.

A tendência é que não surja mais nenhum candidato. Nome apontado como forte nos bastidores, o ex-vice-presidente de Projetos Especiais nas gestões Peter Siemsen e Pedro Abad, e responsável pela construção do CT tricolor, Pedro Antônio, alegou motivos pessoais para não vir como candidato, embora tenha ligação com a chapa de Rafael Rolim.

De acordo com o Estatuto do clube, a eleição deve acontecer impreterivelmente na segunda quinzena de novembro. E, como de praxe, é sempre em um sábado. O Fluminense já reservou o dia 26 para o pleito, mas aguarda confirmação por parte do TRE para utilização das urnas eletrônicas para tornar oficial.