Grosjean conversa com equipes da Indy após 'sair' da Haas na F1

Jonathan Noble
·3 minuto de leitura

Piloto da Haas até o fim da temporada 2020 da Fórmula 1, Romain Grosjean não seguirá na equipe norte-americana em 2021 e tem poucas chances de continuar na categoria. Assim, o francês começou conversas com times da IndyCar a fim de seguir na ativa no ano que vem.

A busca de Grosjean por uma escuderia na maior categoria de monopostos dos Estados Unidos vem após uma crítica do piloto aos perigos do campeonato, considerado muito arriscado para pilotos europeus. Em 2021, porém, a Indy terá menos ovais do que de costume.

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Questionado sobre a categoria, Grosjean disse: "É uma opção. Vou ser brutalmente honesto, não tenho dormindo direito nas últimas duas semanas. É um ano difícil para o mundo, para a economia, então não é bom momento para estar sem um contrato e fora de sua categoria."

"Então, sim, tenho olhado para a Indy. Tive alguns contatos, alguns bons. E meio que me arrependo de não ter checado o calendário de 2021 antes, porque há só dois speedways e uma pista curta em termos de ovais. Então é algo que considero."

O interesse do piloto na Indy vem em momento no qual várias equipes têm vagas para 2021, incluindo Carpenter, Dale Coyne, Meyer Shank, Carlin e AJ Foyt. E Grosjean não necessariamente precisaria trazer um grande orçamento de patrocínio consigo.

O francês disse que conversou com Marcus Ericsson, sueco que correu por Sauber e Caterham na F1 e atualmente compete pela Chip Ganassi na Indy, sobre a categoria norte-americana de monopostos. O feedback foi encorajador.

"Obviamente seria uma grande mudança de vida, mas falei com Ericsson sobre como foi quando ele foi para a Indy e ele realmente gostou", explicou Grosjean. "Ele diz que é diferente, mas que os pilotos têm um grande papel dentro do carro."

"Sim, há equipes melhores que as outras, mas todos têm uma chance de vencer corridas. E você sabe, em dias como esses, nos quais acho que Kevin [Magnussen, companheiro na Haas] e eu fizemos um grande trabalho com voltas rápidas, somos 16º e 17º", ponderou Grosjean.

"É difícil de engolir, então provavelmente agora eu queira ganhar corrida e ter uma chance real. E ganhar corridas em que eu possa me divertir. Então, a IndyCar está 'no menu", completou o piloto, que também demonstrou interesse no projeto da Peugeot para o WEC.

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