Grêmio com um pé na sua nona final de Copa do Brasil. Athletico escapou de uma goleada

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Jean Pyerre comemora seu gol na vitória de 2 a 0 sobre o Athletico. Foto: Everton Pereira/Agência F8/Gazeta Press
Jean Pyerre comemora seu gol na vitória de 2 a 0 sobre o Athletico. Foto: Everton Pereira/Agência F8/Gazeta Press

Assisti Grêmio 2x0 Athletico, no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil, em Porto Alegre. O placar foi mentiroso, perto do que o Grêmio fez no segundo tempo. O “Furacão” tem que dar graças a Deus por não ter levado uma goleada e ter sido virtualmente eliminado.

O confronto mostrou claramente um time copeiro e grande nas suas atitudes e plano tático sobre um adversário que luta para estar no seleto grupo dos 12 maiores do Brasil, mas não consegue ultrapassar este muro, dentro de campo. Na questão estrutural de clube, o Athletico é gigante, só que precisa transportar essa gestão para as quatro linhas.

O atual campeão da Copa Sul-Americana é uma equipe bem treinada e forte coletivamente. No entanto, individualmente foi engolida pelo Grêmio. Os jovens Matheus Henrique e Jean Pyerre ditaram o ritmo e tomaram conta do meio-campo, um setor teoricamente ajustado do Athletico. A superioridade no setor deixou o Grêmio com muita vantagem e pressão, recuperando a segunda bola e sempre criando algo perto da área paranaense. Lucho Gonzalez, Wellington e Bruno Guimarães foram muito envolvidos e o Athletico perdeu a transição, algo positivo em outras partidas.

Agora, tem o jogo de volta, em Curitiba. Muita gente falando da força na Arena e do hábito com o gramado sintético. Só que o Grêmio pode perder por um gol e não está com cara de que vai entregar essa vaga. Ficaria muito surpreso se o Grêmio não chegasse à sua nona decisão de Copa do Brasil. Virou muito favorito. Na bola e na camisa.

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