Grêmio e Inter travam "disputa política" em retomada do Gauchão, mas pleitos são rechaçados

Fabio Utz
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A volta do Campeonato Gaúcho mexeu com os bastidores da dupla Gre-Nal. Sim, um dia após a liberação do governo do Estado para a retomada da competição, Grêmio e Internacional sugeriram alterações na disputa. Nenhum teve seu pleito atendido, mas ambos trataram de olhar sob o viés "político" a tentativa do rival.


O Tricolor gostaria de ver a rodada dos clássicos, a primeira a ser disputada, adiada para o final do segundo turno. Na sua visão, o fato de os times estarem há quatro meses sem jogar afetara o ritmo das partidas. Além disso, duelos de maior interesse ajudariam a definir os confrontos de mata-mata do segundo turno. Para os vermelhos, o fato de Renato Portaluppi sequer ter chegado a Porto Alegre é o que motivou o pedido. Durante boa parte do período de isolamento social, Eduardo Coudet esteve ao lado do seu grupo, o que poderia caracterizar uma vantagem para o compromisso no Beira-Rio.


Já o objetivo Colorado era transformar uma eventual final de Gauchão em duelo único. Para os gremistas, isso seria uma espécie de manobra para que, tomando por base a classificação geral, o Inter, atual líder por pontos, pudesse levar para a sua casa um possível embate contra o Caixas (campeão do primeiro turno e já garantido na briga pelo título). Ninguém teve sucesso nos seus argumentos, mas dá para se dizer que, mesmo sem a bola rolar, o terceiro Gre-Nal da temporada já começou. Agora é aguardar o dia do enfrentamento em campo. A princípio marcado para o dia 23, o mesmo pode ser antecipado em 24 horas para que tenha transmissão em TV aberta.


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