Goleadas, mosaico e torcida ‘presente’ em Allianz diferente na caminhada do Palmeiras na Libertadores

LANCE!/NOSSO PALESTRA
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O torcedor palmeirense presente no Allianz Parque no dia 10 de março de 2020 é privilegiado. Além de ter sido o último jogo como mandante com presença da torcida, o triunfo sobre o Guaraní por 3 a 1, pela segunda rodada da fase de grupos, foi o único como mandante do Palmeiras na Libertadores com público.

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A pandemia que parou o futebol por cinco meses não impediu que a obsessão pela América fosse esquecida. E o Allianz e seus mosaicos viveram capítulos inesquecíveis na caminhada rumo ao bicampeonato.

Jamais se gritou tanto “Tá lá dentro” em uma edição da Libertadores como em 2020. Foram três goleadas seguidas de mão cheia e todas com técnicos diferentes: Vanderlei Luxemburgo, Andrey Lopes e Abel Ferreira.

À distância, o palmeirense sentiu orgulho das Crias da Academia. Foi com o estádio vazio, por exemplo, que Gabriel Veron tornou-se o mais jovem a marcar pelo Verdão na competição continental, diante do Tigre. Na mesma noite, Danilo e Patrick de Paula também deixaram os seus.

Mas nenhuma lembrança será igual ao confronto diante do River Plate. Dentro e fora de campo. O sufoco e as sucessões de VAR fizeram o palmeirense sofrer, assim como o corredor alviverde foi o prenúncio de que a América seria pintada de verde mais uma vez.

O mosaico que visualizou a segunda taça estava certo. A Libertadores está em casa, mesmo que, neste momento, vazia.