Goiás tem interesse em três 'garotos do Ninho' e aguarda definição do Flamengo

Matheus Dantas
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As atuações no time principal ao longo da última temporada e. especialmente neste início de Campeonato Carioca, pela equipe alternativa do Flamengo, aumentaram as atenções sobre vários "garotos do Ninho". Entre eles, os atacantes Lázaro e Rodrigo Muniz e o lateral direito Matheuzinho, que interessam ao Goiás, que vem desenvolvendo uma parceria na base com o Fla.

A direção esmeraldina já sinalizou o interesse ao Rubro-Negro, conforme o LANCE! apurou, e agora aguarda a definição do departamento de futebol do Flamengo a respeito de quais jogadores serão utilizados no grupo principal em 2021. O desejo do Goiás, porém, é contar com reforços assim que for possível.

Entre os atletas que interessam ao Goiás, Rodrigo Muniz, com cinco gols, e Matheuzinho, com duas assistências, se destacaram neste início de Estadual. Como Rafinha não acertou seu retorno ao Ninho e Isla é presença constante nas convocações chilenas, o lateral-direito deve seguir com chances sob o comando de Rogério Ceni. Portanto, a liberação por empréstimo é improvável.

Muniz, por outro lado, tem a forte concorrência no setor ofensivo. Gabi, Bruno Henrique, Pedro, Vitinho e Michael são os demais atacantes que compõem o grupo principal do Flamengo. Mesmo assim, o atacante é bem avaliado pelo departamento de futebol e também pelo técnico Rogério Ceni, que já o elogiou.

Aos 19 anos, Lázaro é o mais novo e o que teve menos oportunidades no time principal, mas também é o que alcançou mais chamou atenção na base, com passagens de destaques pelas seleções do Brasil. Neste início de Estadual, só foi titular uma vez e saiu do banco em outros três jogos, e não marcou gols.

CLUBES DESENVOLVEM PARCERIA NA BASE

Com uma boa relação entre as atuais diretorias, Flamengo e Goiás vêm desenvolvendo uma parceria nas divisões de base. Recentemente, dois jogadores do Sub-15 do Esmeraldino foram para o Ninho do Urubu, CT do Rubro-Negro: o volante Vitinho e o lateral esquerdo Gladson. Na negociação, cada clube ficou com 50% dos direitos econômicos respectivos à cada atleta.