Giselle Itié reforça representatividade: "Precisamos votar em mulheres negras"

Amanda Serra
·2 minuto de leitura

Há cerca de duas semanas, a atriz Giselle Itié conversou com o Yahoo Entrevista e durante o bate-papo questionamos o quão absurdo é termos que reafirmar nossos direitos como mulheres, explicarmos que a vítima nunca tem culpa ou dizermos o óbvio: racistas não passarão. Isso tudo em pleno 2020.

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Com casos como o de Mariana Ferrer - a jovem diz ter sido estuprada pelo empresário André de Camargo Aranha —, vemos que a discussão está apenas no início e temos um longo caminho como sociedade para evoluirmos em questões de equidade, igualdade e justiça.

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“A minha exposição veio de seis anos pra cá, quando decidi falar do abuso que passei com 17 anos (ela foi estuprada pelo namorado na época), porque entendi que é importante ter voz não para mim, mas para todas as mulheres. Curando as mulheres a gente cura a sociedade. E não dá mais para não falar. Não dá mais para ficar em cima do muro", afirma a atriz, que cita ainda a importância de todos nós refletirmos sobre atitudes misóginas. Sim, homens e mulheres.

"Nós mulheres, a gente precisa se abraçar, se acolher, se escutar, não julgar, se reeducar, deixar de ser machista, a gente cresceu nessa sociedade, a gente é machista também".

Em ano de eleições, importante reafirmarmos, inclusive, a representatividade de quem elegemos.

“Se nós mulheres já somos frágeis nessa sociedade patriarcal machista, imagina mulheres gestantes, mães solo, mãe solo periférica negra, é tudo muito. Precisamos votar em mulheres negras. Se elas são acolhidas, a sociedade se movimenta". Confira o bate-papo completo no vídeo acima.

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