Giovannoni exalta orgulho de participar do Jogo das Estrelas

Nesta sexta-feira, a Liga Nacional de Basquete (LNB) realizou um evento para anunciar a nova parceria para o Jogo das Estrelas do NBB, que será realizado no próximo domingo, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Um dos destaques do evento foi Guilherme Giovannoni, ala-pivô do UniCEUB/Brasília, que defenderá o NBB Brasil na disputa.

Aos 36 anos, Giovannoni é um dos principais nomes do basquete brasileiro na atualidade, e já participou de diversas edições do Jogo das Estrelas do NBB, realizado desde 2009. Mesmo assim, o atleta revela que cada vez que é escolhido é diferente e especial. A eleição dos 24 atletas que participarão do evento foi feita pelo público.

“Quando somos chamados para o Jogo das Estrelas, é o reconhecimento do nosso trabalho feito no clube. Isso quer dizer que estamos fazendo uma boa temporada. Entre todos os jogadores, estar em um grupo seleto de 24 sempre tem um gosto especial. É motivo de orgulho e prazer de estar aqui neste fim de semana”, declarou com exclusividade à Gazeta Esportiva.

No atual NBB, o Brasília aparece na terceira colocação, após ter liderado a competição durante algumas rodadas. Faltando quatro jogos para o fim da temporada regular, Giovannoni acredita que sua equipe tenha potencial para chegar ao mata-mata na primeira colocação, e ainda exaltou que o tetracampeonato é possível. O time foi campeão em 2009/2010, 2010/2011 e 2011/2012.

“Faltam quatro jogos, e só dependemos de nós para terminarmos em primeiro, pelo confronto direto que temos com o Flamengo. Acredito que a equipe está bem, são duas semanas decisivas que temos antes dos playoffs para depois irmos para um outro campeonato, que é o mata-mata. Temos que tentar manter a sequência boa. O tetra é possível, claro, nós acreditamos e vamos lutar por isso”, continuou.

Durante sua carreira, além de times brasileiros, Giovannoni também atuou na Espanha, na Itália e na Ucrânia. Comparando o basquete nacional com o desses países, o ala-pivô revelou que a modalidade vem se desenvolvendo.

“Nos últimos dez anos, com a criação da Liga Nacional de Basquete, estamos crescendo bastante. Tem bastante coisa para ser feita ainda, mas tem que dar sempre o primeiro passo. Estamos em um caminho bem legal, de continuar crescendo com a modalidade, e esperamos que esse trabalho continue sendo efeito da maneira séria como é realizado”, finalizou Guilherme.

*Especial para a Gazeta Esportiva