Gilson Kleina evita oba-oba e aponta o que mudou na Ponte Preta

A Ponte Preta está com um pé na final do Paulistão. A larga vantagem de 3 a 0 construída neste domingo colocou a Macaca em posição extremamente confortável na luta por uma vaga na decisão, no entanto, o técnico da equipe, Gilson Kleina, garante que o elenco está com os pés no chão e ciente de que o Palmeiras tem totais condições de reverteram o placar no Palestra Itália.

“Esse grupo é muito focado nos objetivos. No vestiário todos estavam felizes, mas cientes de que temos o segundo jogo. Ninguém acha que já ganhou, sabemos que temos uma vantagem, mas também sabemos o que é jogar o segundo jogo. Contra o Santos foi difícil, o time nos pressionou. Temos que ter um equilíbrio emocional, que nós possamos ser fortes e agressivos”, afirmou Kleina no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

“Temos um ataque rápido e temos que saber utilizar isso no segundo jogo. Por mais que fizemos um resultado elástico, não podemos entrar em uma zona de conforto. Temos que trabalhar a semana focando no segundo jogo”, completou o treinador ponte-pretano.

Responsável pela grande evolução da Macaca após a demissão do técnico Felipe Moreira, Gilson Kleina explicou quais foram as principais mudanças realizadas na equipe desde que chegou a Campinas e enalteceu a melhora defensiva, relembrando que quando iniciou seu trabalho na Ponte o time tinha uma das piores defesas do Paulistão.

“Nossa chegada foi muito mais para criar uma atmosfera de confiança, a equipe da Ponte tinha três atacantes, a gente posicionou um pouquinho mais o meio-campo, pudemos ter uma sustentação maior, um equilíbrio. Quando chegamos a Ponte tinha 15 gols marcados e 15 gols sofridos, era a segunda ou terceira defesa mais vazada. Teve esse equilíbrio, os atletas entenderam rapidamente o que queríamos passar”, finalizou Gilson Kleina.