Gatito alerta contra pressão do Girardot, e pede Botafogo ofensivo

Felippe Rocha
Goleiro botafoguense valoriza possibilidade de somar nove pontos nos primeiros jogos do grupo A e destaca jeito de jogar na Libertadores: 'A primeira fase nos ajudou bastante'

O Botafogo encara o Atlético Nacional, na Colômbia, nesta quinta-feira. No Estádio Atanasio Girardot, onde ocorreria o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana do ano passado, contra a Chapecoense, será, certamente, um momento marcante. Mas quando a bola rolar, é o lado competitivo do esporte que vai falar mais alto na disputa pela Copa Libertadores. O goleiro Gatito Fernández, que esteve lá pelo Vitória, em 2014, avisa sobre as dificuldades.

- É um estádio difícil, a torcida colombiana coloca muita pressão. É o melhor campo da Colômbia. A grama é muito boa, ajuda os dois times. Mas, no campo, são 11 contra 11 - lembra o paraguaio, sobre o duelo em Medellín.

E 11 contra 11, o goleiro quer ver o time atacando os mandantes. Ele entende que, se esperar a equipe colombiana de forma muito recuada, o Glorioso vai sofrer para voltar com pontos.

- Encaramos todo jogo como uma final. Mas fora você pode, no finalzinho, tentar fazer uma cera ou alguma coisa dessas para levar um ponto, ou os três pontos, que é melhor. Temos sair para buscar o jogo, se você fica esperando é mais difícil - analisa.






E MAIS: