Galvão fala de futuro na Globo após a Copa e relembra 'rusga' com Felipão após 7 a 1: 'Não voltamos a nos falar'

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O narrador Galvão Bueno descartou aposentadoria e afirmou, em entrevista ao site 'Notícias da TV' que gostaria de renovar com a Globo após a Copa do Mundo de 2022 para os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, e que estará trabalhando próxima Olímpiada, na Globo ou não.

- A Copa do Catar já estava dentro do projeto atual. Eu tenho um compromisso com a Globo, e a Globo comigo, que vai até dezembro de 2022. Ficamos de conversar depois sobre o que possa vir a acontecer. (...) Paris será minha décima Olimpíada. Essa Copa do Mundo do Catar vai ser minha 13ª - destacou.

- Eu amo Olimpíada. E em 2024 vou completar 50 anos de profissão. Não consigo me ver fora de Paris. Como eu vou? Não sei. Espero que seja pela Globo, fazendo meu trabalho, como sempre fiz. Nem que eu tenha que comprar ingresso. (Vou estar) trabalhando de alguma forma, estar em todos os lugares, assistir tudo e escrever sobre isso. Falar com algum lugar (veículo). Não sei. Mas espero que seja como venho fazendo nesses últimos 40 anos: na Globo. Acredito que assim será. Mas que estarei lá [em Paris], estarei - concluiu.

Galvão também falou da relação que tem com Felipão e sobre o editorial que precisou fazer na Globo após o 7 a 1, na semifinal da Copa de 2014. O veterano narrador disse que Felipão o acusou de ser 'jogado aos leões' e que depois disso eles nunca mais se falaram. No entanto, Galvão destaca que acredita que o assunto está superado.

- Acho que hoje (a treta) está mais no campo da lenda. Terminado o jogo, cabia a mim fazer um editorial. Posso dizer que foi feito a oito mãos, mas cabia a mim dar a nossa opinião naquilo que nós entendíamos que tinha acontecido. E o Felipão, claro, estava machucado com tudo o que aconteceu. Um profissional vencedor, um campeão do mundo com o Brasil, com trabalhos internacionais excepcionais. Um grande vitorioso por quem tenho muito respeito. Nunca tive uma amizade de frequentar a casa um do outro. Mas nos dávamos bem, tínhamos conversas boas em alguns jantares - relembrou.

- Mas ele disse que apontei o dedo para ele. Que apontei e joguei a torcida brasileira contra ele. Não foi isso que aconteceu. E de lá para cá, na verdade, não voltamos a falar. Mas acho que isso já está superado. A vida traz essas coisas, e depois o tempo acaba ajeitando. Quando as pessoas são razoáveis e inteligentes, como é o caso dele e imagino, modestamente, que seja o meu, as coisas se ajeitam - concluiu.

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