Não pode e acabou

Mauro Beting
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Gabriel Barbosa... FOTO Buda Mendes/Getty Images

Na folga e nas férias, atleta pode fazer o que for.

Desde que dentro das regras.

Cassino clandestino durante pandemia, não.

Cartola passando a mão na cabeça e pano sobre a situação explosiva, também não.

Como ex-atleta também não pode. Jornalista esportivo. Minha mãe. Dalai Lama.

Não pode.

Acabou.

Porque ainda não acabou de morrer gente por conta também de irresponsabilidades dessa natureza irresponsável e mesquinha.

Não dá para brincar com isso. Futebol precisa ser mais profissional do que remunerado. Ídolo não está acima do Pelé e do mal. Ainda mais alguém tão justamente querido pelas crianças de todas as idades.

O futebol não é um mundo à parte.