Gabigol, herói do Flamengo, e os 7 minutos mais loucos da carreira: gols decisivos e expulsão

Dois gols, cartão vermelho e explosão com o título: o camisa nove entrou definitivamente na história do Rubro-negro
Dois gols, cartão vermelho e explosão com o título: o camisa nove entrou definitivamente na história do Rubro-negro

Gabigol entrou de vez na história do Flamengo. É um momento histórico e único na carreira do jogador. E tudo isso graças aos sete minutos mais loucos da a carreira do jogador. Dois gols, cartão vermelho e o sentimento de alívio ao ouvir o apito final.

A epopeia começou aos 44 minutos do segundo tempo. A grande final da Libertadores estava se encaminhando para mais um título do River Plate. O gol de Borré aos 14 minutos do primeiro tempo era o único até então. Eis que Bruno Henrique fez uma bela jogada na direita, tocou para Arrascaeta que, de frente para o gol mas muito pressionado pela defesa do time argentino, deu a assistência para Gabigol só tocar de pé esquerdo para o gol vazio.

O empate já era um alívio para o torcedor rubro-negro, que passou boa parte do jogo sofrendo com o placar adverso. O River até que tentou pressionar pelo segundo gol, mas em um contra ataque, brigando mais uma vez com a defesa argentina, Gabigol aproveitou a falha dos zagueiros e finalizou com força de pé esquerdo, sem chances para o goleiro Armani.

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Na comemoração, Gabriel tirou a camisa, chorou, levou cartão amarelo e comemorou muito com os companheiros, que já falam: "acabou". Ele chegou aos 9 gols na Libertadores com aquele gol.

Faltando segundos para o fim do jogo, Palacios foi expulso por chutar Bruno Henrique, que estava caído no chão. A confusão aconteceu perto da área do River Plate e Gabigol não estava perto, estava ao lado de Jorge Jesus, na lateral de campo. Mas o juíz foi até ele e mostou o cartão vermelho direto. Gabriel não entendeu nada mas nem deu tempo de sair para os vestiários e o árbitro apitou o final do jogo.

Festa para a torcida do Flamengo, para os jogadores e para Gabigol., que fica na história como o grande herói do bicampeonato continental do Flamengo.

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