Flamengo 5 x 1 São Paulo - Jogaço!

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Turbo Henrique foto Wagner Meier/Getty Images
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Turbo Henrique, versão ano ímpar, é impressionante. Foi assim em 2017 pelo Santos. Foi mais ainda em 2019 quando craque da América e do Brasil. Está arrancando para voltar a ser e, a reboque, o Flamengo de Renato Portaluppi. Foi assim no impressionante 5 a 1 no segundo tempo contra o São Paulo, no Maracanã. Um jogo que talvez o time de Crespo não merecesse perder de tanto (ao menos do meio pra frente...).

O Tricolor começou melhor (mesmo sem Daniel Alves, Luciano, Éder, Benítez no banco...). Teve quatro chances em 10 minutos contra um Flamengo que demorou a entrar em campo. Mas quando o time voltou a fluir e se mexer com Arrascaeta, Gabi e Bruno Henrique, o jogo inverteu e terminou muito bom, com sete oportunidades cariocas, e seis paulistas.

Na segunda etapa, o São Paulo aproveitou hesitação de Gustavo Henrique (mais uma...) e Diego Alves em escanteio e Arboleda abriu o placar, com 2 minutos. Crespo abriu o time com Igor Gomes no lugar de Rodrigo Nestor, com o múltiplo Gabriel Sara na contenção, ao lado de Liziero. Mas abriu tanto para levar os cinco gols? Não era aberração. Mas virou.

Renato mais uma vez apostou em Michael no ligar do discreto Everton Ribeiro. E foi muito feliz. Mas não necessariamente pela mudança. Muito por BH voltar a ser o mesmo: incisivo, letal, e absurdamente veloz. Foi criando e cavando lances. Até que a zaga tricolor teve uma das mais pavorosas atuações recentes de um time de grande nível.

Aos 24, depois de cruzamento em jogada curta de escanteio (que nunca será "crime"...), Bruno Henrique estava sendo "marcado" por Arão. Não havia nenhum são-paulino nem perto. Aos 27, Bruno Henrique se desvencilhou de novo de Igor Vinicius, Arboleda não teve tempo de chegar perto, e o atacante rubro-negro fez um golaço, no ângulo. Aos 31, outra bola levantada por escanteio, Igor Vinicius não subindo e BH marcando o terceiro.

Aos 40, Gustavo Henrique fez de cabeça em outra falta longa que nenhum tricolor chegou nem perto. Aos 47, Wellington enfim encostou em um atacante do Flamengo, mas acabou fazendo gol contra bizarro. Como o placar dilatado demais pelo equilíbrio de um grande clássico.

Foram 12 chances do Flamengo e oito do São Paulo. Foram seis finalizações do time da casa (no gramado ainda muito ruim) e cinco gols.

Isso é eficiência.

E é muuuuuuuito futebol.

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