De Flamengo a Real Madrid: 7 elencos caros que não deram certo

Lucas Humberto
·3 minuto de leitura

Gastar milhões para montar um plantel é garantia de qualidade? Às vezes, sim. Contudo, temos alguns casos nos quais o dinheiro gasto simplesmente não reflete o desempenho em campo. Não dá liga. Seja por equívocos técnicos ou pela desconexão dos próprios atletas, relembre alguns elencos nada baratos e que não deram certo.

1. Flamengo (2000)

Denílson em ação pelo Flamengo. | FABIAN GREDILLAS/Getty Images
Denílson em ação pelo Flamengo. | FABIAN GREDILLAS/Getty Images

Na teoria, o elenco rubro-negro seria capaz de colocar medo em qualquer outro clube brasileiro. No entanto, nada disso foi convertido dentro das quatro linhas. Embora seja difícil acreditar que um plantel com
Denílson, Edílson Capetinha, Adriano Imperador, Petkovic, Júlio César e Gamarra não deu certo, foi exatamente isso que aconteceu.

O Mais Querido nem se classificou para segunda fase da Copa João Havelange, espécie de Brasileirão do ano 2000.

2. Real Madrid (2003 - 2007)

Elenco era chamado de 'Galácticos'. | TORU YAMANAKA/Getty Images
Elenco era chamado de 'Galácticos'. | TORU YAMANAKA/Getty Images

Los Blancos nunca gostaram de economizar muito nas contratações. Mas no início dos anos 2000, os cofres realmente estavam abertos. Após conquista da Champions League, em 2002, conduzida por Zidane, outros grandes nomes do futebol foram chegando até compor um plantel com Ronaldo, Figo, Beckham, Roberto Carlos, Casillas, entre outros.

Entre 2003 e 2007, as únicas conquistas significativas da equipe foram duas taças de LaLiga.

3. Flamengo (1995)

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Sávio, Romário e Edmundo. Dá pra imaginar que um ataque desse calibre brigou para fugir do rebaixamento? Aconteceu. Aliás, essa é mais uma das polêmicas abertas do futebol: não se sabe se o Flamengo escapou da Série B pelo desempenho em campo ou se houveram algumas manobras políticas por trás.

Fato é que o estrelado elenco não funcionou.

4. Corinthians (2006)

Corinthians empilhou eliminações naquele ano. | MAURICIO LIMA/Getty Images
Corinthians empilhou eliminações naquele ano. | MAURICIO LIMA/Getty Images

Após conquista do Brasileirão em 2005, o Corinthians seguiu fluxo natural e investiu muito para Libertadores. Chegaram nomes como Ricardinho, Marcelinho Carioca, Amoroso, Rafael Moura, Paulo Almeida, entre outros. Vale lembrar que o Timão já tinha bons jogadores, incluindo Tévez e Mascherano.

Bom na teoria, desastroso na prática. A 'seleção' foi eliminada da Libertadores, Sul-Americana, Copa do Brasil e Paulistão. No Brasileirão, ficou em 10º.

5. Cruzeiro (2004)

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A Raposa conquistou a Tríplice Coroa em 2003 e, pensando na Libertadores do ano seguinte, abriu seus cofres. Rivaldo, Sorín, Adriano Gabiru, Fernando Diniz e Fred foram apenas alguns nomes que chegaram. O plantel conquistou o Campeonato Mineiro e parou por aí.

Ficou em 8º no torneio continental, caiu na fase preliminar da Sul-Americana e figurou na 13ª colocação do Brasileirão. Ou seja, um time formado para chegar ao topo da América do Sul, ficou próximo do rebaixamento.

6. Palmeiras (2017)

Vice do Brasileirão acabou sendo muito pouco diante das pretensões do Palmeiras. | Alexandre Schneider/Getty Images
Vice do Brasileirão acabou sendo muito pouco diante das pretensões do Palmeiras. | Alexandre Schneider/Getty Images

O Alviverde foi campeão nacional em 2016, mas viu Gabriel Jesus, seu principal jogador, escolher o Manchester City como seu próximo destino. Tentando reequilibrar suas forças, contratou Felipe Melo, Mayke, Willian, Borja, Keno, Guerra, Michel Bastos, Luan, Bruno Henrique e Deyverson.

A falta de entrosamento era notória e, com ela, vieram eliminações no Paulistão e Libertadores. A vice-liderança do Brasileirão foi um certo alento aos torcedores, mas considerando que o Verdão havia sido montado para conquista da América, era preciso mais...

7. Atlético-MG (1994)

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SeleGalo? No papel, sim. Acontece que a junção de jogadores promovida pelo Atlético-MG acabou se tornando um grande fracasso no futebol nacional. O clube tinha Renato Gaúcho, Neto, Adilson Batista, Gaúcho, Darci e Luiz Carlos Winck. Dá pra imaginar a euforia dos torcedores, certo?

O saldo, no entanto, foi totalmente negativo. Nenhum título conquistado e dívidas alarmantes.