Flamengo fecha as portas para Renato Gaúcho após declarações

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Renato Gaúcho chegou a ser a 1ª opção do Flamengo no fim de 2018 (Thiago Ribeiro/AGIF)
Renato Gaúcho chegou a ser a 1ª opção do Flamengo no fim de 2018 (Thiago Ribeiro/AGIF)

Além de se queimar com parte da torcida, Renato Gaúcho fechou suas portas no Flamengo enquanto Rodolfo Landim, Marcos Braz e companhia estiverem à frente do clube. Tudo por causa da série de provocações das últimas semanas contra tudo e todos na Gávea. O treinador conseguiu desagradar a todos na cúpula rubro-negra.

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O mais curioso é que o atual grupo político que comanda o Fla tinha em Renato Gaúcho a primeira opção quando venceu a eleição de dezembro passado. O treinador chegou a receber uma oferta do clube, mas optou por renovar com o Grêmio. Foi a partir do “não” que Abel Braga começou a negociar e acabou contratado.

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Além de garantir que seu time joga um melhor futebol do que o Flamengo, Renato Gaúcho irritou ao atacar Jorge Jesus. “O Jorge Jesus ganhou só dois ou três títulos portugueses. E saiu de Portugal, foi para a Arábia. Ele nunca treinou fora de Portugal um grande clube na Europa. Nunca conquistou nada e está com 65 anos”, cornetou o gremista.

Em seguida, Renato Gaúcho ainda minimizou os efeitos da chegada de Jesus à Gávea. “Ele está com uma seleção nas mãos. É obrigado a fazer exatamente isso o que está fazendo: fazer o Flamengo jogar bem. Vamos saber se ele tem capacidade, se ele é um grande treinador, é se ele ganhar no final, ou se tirá-lo do Fla ou Palmeiras, botar num outro clube do Brasil, e der resultado”, acrescentou.

Mas as palavras não foram a única pá de cal de Renato Gaúcho com a atual diretoria do Flamengo. O trabalho de Jesus, avaliado como excelente pelos dirigentes rubro-negros, mudou a forma de enxergar.

Desta maneira, se não conseguir renovar com o português e perdê-lo em julho do ano que vem, o Flamengo pensará em outro treinador estrangeiro. O fato de Jesus, aos 65 anos, trabalhar em uma intensidade absolutamente incomum na comparação com os técnicos brasileiros - com direito a muita dedicação em relação ao estudo do próprio time e do adversário - convenceram a diretoria de que a melhor alternativa é contar com comandantes gringos.

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