Fla não soube matar o jogo e Berrío não correspondeu as expectativas contra o Católica

A derrota por 1 a 0 para o Universidad Católica na noite desta quarta-feira foi um banho de realidade no Flamengo. Diferente do que muitos chegaram a acreditar, a Libertadores não é os 4 a 0 sobre o San Lorenzo da semana passada.

A Libertadores é muito mais o que aconteceu diante do time chileno. O Flamengo dominou as oportunidades, teve grandes chances principalmente no primeiro tempo mas desperdiçou todas e viu Santiago Silva, sentenciar o placar, logo na segunda boa oportunidade que teve.

Willian Arao Universidad Catolica Flamengo Copa Libertadores 15032017


(Foto: Martin Bernett / Getty Images)

Como muitos analisaram, o Flamengo dominou as ações no campo ofensivo mas não teve superioridade no meio-campo. Diego foi forçado a recuar demais dificultando a armação do jogo pelo meio-campo. Miguel Trauco e Rafael Vaz voltaram a apresentar dificuldades no setor defensivo e Paolo Guerrero não fez aquilo que mais se espera dele, decidir o jogo.

Outro fator decisivo na partida foi a entrada de Berrío, o colombiano que viveu a expectativa de começar o jogo como titular, foi acionado no segundo tempo e não correspondeu. Pelo contrário, entrou na provocação do adversário e acabou sendo expulso. Na Libertadores a estabilidade mental faz toda a diferença.

Orlando Berrio German Lanaro Universidad Catolica Flamengo Copa Libertadores 15032017


(Foto: Martin Bernett / Getty Images)

A frieza para matar o jogo é a chave para uma boa campanha na maior competição de clubes da América. E é exatamente isso que Zé Ricardo vai precisar trabalhar para os próximos jogos. 

O Flamengo volta a campo na Libertadores no dia 12 de abril, contra o Atlético-PR, o local da partida ainda está indefinido mas deve ficar entre Arena da Ilha e Maracanã.