Final da Libertadores terá policiamento reforçado no Rio mesmo sem público no Maracanã

Rodrigo Viga Gaier
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Viatura da polícia do lado de fora do Maracanã

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O policiamento estará reforçado no Maracanã no sábado para a final da Copa Libertadores da América entre Santos e Palmeiras, mesmo sem a presença de torcedores nas arquibancadas do estádio, disse a Polícia Militar do Rio de Janeiro.

A PM fluminense destacou 550 homens para atuar dentro e fora do Maracanã. O total de convidados da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), dos clubes e de autoridades é de 5 mil pessoas, ou seja, haverá uma efetivo de quase 1 policial para cada 10 pessoas dentro do estádio.

A maior parte do efetivo, no entanto, estará do lado de fora para evitar aglomerações de palmeirenses e santistas e estacionamento em local proibido. O Corpo de Bombeiros também vai atuar na fiscalização de medidas sanitárias por conta da pandemia de Covid-19.

"Será uma abordagem sócio-educativa. Não está previsto o uso da força para dispersar possíveis aglomerações. Tudo será feito na base do diálogo", disse à Reuters o porta-voz da PM do Rio, major Ivan Blaz.

Segundo ele, favelas próximas ao Maracanã não serão ocupadas e serão mantidos os efetivos regulares nas comunidades que são pacificadas.

Barreiras também serão montadas no entorno do estádio e as delegações que já estão no Rio serão escoltadas até o estádio e depois do jogo.

Os dois times fazem o reconhecimento do gramado do Maracanã nesta sexta e decidem o título a partir das 17h de sábado. O Santos busca seu quarto título continental, enquanto o Palmeiras tenta o bicampeonato.