Fifa pune Senegal por desordem e laser nos olhos de Salah

Salah foi um dos mais perseguidos pelos torcedores senegaleses na partida que valia vaga na Copa. Foto: Adam Haneen/Anadolu Agency via Getty Images
Salah foi um dos mais perseguidos pelos torcedores senegaleses na partida que valia vaga na Copa. Foto: Adam Haneen/Anadolu Agency via Getty Images

A Fifa multou a federação de futebol do Senegal em 175.000 francos suíços (cerca de 900 mil reais) nesta segunda-feira (2) por desordem de torcedores em um jogo dos playoffs da Copa do Mundo, incluindo ponteiros laser brilhantes para a estrela do Egito Mohamed Salah na disputa de pênaltis.

O rosto de Salah era um borrão de luz verde vívida quando ele se preparou para cobrar seu pênalti, que mandou por cima do gol. Senegal venceu a disputa de pênaltis em Dakar em março, com o companheiro de Salah no Liverpool, Sadio Mané, marcando o pênalti decisivo.

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A Fifa disse que seu comitê disciplinar também analisou uma invasão de campo por torcedores senegaleses, uma faixa ofensiva e a “falha da federação nacional em garantir que a lei e a ordem sejam mantidas no estádio”.

O painel disciplinar da Fifa também julgou dezenas de casos semelhantes de jogos de qualificação para a Copa do Mundo disputados desde janeiro e distribuiu várias outras multas e fechamento de estádios.

A Nigéria foi punida com uma multa de 150.000 francos suíços (cerca de 772 mil reais) e o fechamento do estádio de um jogo. Os torcedores invadiram o campo em Abuja e houve outros incidentes de desordem depois que a Nigéria foi eliminada em casa pelo Gana no playoff.

Outros punidos pela Fifa foram o Congo com multa de 125.000 francos suíços (pouco mais de 643 mil reais) e Líbano que terá que pagar 100.000 francos suíços (515 mil reais) por casos semelhantes em jogos contra Marrocos e Síria, respectivamente. Ambos tiveram o fechamento do estádio de um jogo.

Aqui na América do Sul quem terá que tirar dinheiro dos cofres serão Chile e Colômbia por casos de discriminação de seus torcedores, além de outras ofensas, com os chilenos desembolsando 95.000 francos suíços (pouco mais de 500 mil reais) e os colombianos 55.000 francos suíços (cerca de 283 mil reais).

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