Fernando Prass admite que sonha com Seleção, mas foca no Palmeiras

Fernando Prass teve sua primeira oportunidade de defender a Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de 2016, mas acabou cortado do elenco medalha de ouro por conta de uma lesão no ombro. Mesmo com 38 anos, o goleiro do Palmeiras ainda acredita que pode vir a ser convocado por Tite para defender o Brasil.

“Penso (em jogar pela Seleção). É o que eu sempre falo, enquanto estiver jogando em alto nível, acho que tenho direito de sonhar. Agora, se eu vou chegar ou não, a gente não sabe. O que eu posso fazer é trabalhar e fazer o melhor no Palmeiras, porque o que vai me levar para a Seleção é o rendimento no clube”, declarou o camisa 1 em evento da Uefa.

Porto seguro e líder da defesa menos vazada na primeira fase do Campeonato Paulista, Fernando Prass também destacou que já conseguiu recuperar o ritmo de jogo após perder basicamente o segundo semestre inteiro de 2016 por causa da lesão no cotovelo.

“Eu estou bem. Fiquei seis messes sem jogar futebol. Me curei da lesão e entramos em férias. Por mais que eu tenha treinado, me preparado nas férias, só com o tempo (a gente se recupera). Eu consegui (ficar 100%). Já são três meses de temporada. Já deu para recuperar tudo”, declarou.

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Os resultados positivos vieram junto com a boa fase e o veterano goleiro se tornou o terceiro jogador do Verdão que mais venceu no século. “Toda a história que se escreve no clube, com títulos, número de partidas, vitórias, tempo no clube, se torna relevante, não é qualquer clube. É um clube com uma história absurda e com grandes jogadores. Se você consegue entrar em um nível, em um grupo mais seleto de jogadores é sinal que o trabalho está sendo bem feito”.

Durante o evento voltado para o público jovem no Campo de Marte, no domingo, Fernando Prass levou seu filho Caio e comentou sobre a possibilidade de ele jogar futebol. “A única certeza que tem é que ele não vai ser goleiro. Sinceramente, ele nunca jogou no gol, até porque ele não joga muito. É mais na escola, na escolinha. Sabem que ele é meu filho e querem colocar ele no gol, mas não tem genética não. É trabalhar muito”.

*Especial para a Gazeta Esportiva