Federação de tênis dos Estados Unidos vai cortar 110 empregos devido ao coronavírus

AFP
Una de las canchas del Abierto de Estados Unidos de tenis durante un juego de la edición de 2018.
Una de las canchas del Abierto de Estados Unidos de tenis durante un juego de la edición de 2018.

A Federação de Tênis dos Estados Unidos (USTA) anunciou na segunda-feira que vai cortar 110 empregos e fechar seu escritório em White Plains, Nova York, como parte de um plano para conter o impacto econômico do coronavírus.

"Temos a oportunidade de reimaginar a estrutura da organização para melhor atender a comunidade do tênis nos Estados Unidos. Essa nova estrutura permite que a USTA seja mais ágil e lucrativa, e ao mesmo tempo estar mais próxima dos tenistas localmente", disse Michael Dowse, diretor executivo da agência, em um comunicado.

"Infelizmente, hoje é um dia difícil para muitos membros da família USTA que foram afetados pela reestruturação da organização, e eu gostaria de agradecer sinceramente a todos os funcionários por sua dedicação à organização", acrescentou.

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A federação disse que medidas precisam ser tomadas para combater os efeitos financeiros negativos da pandemia a longo prazo, além de garantir que sua principal competição, o US Open, continue sendo um evento de classe mundial.

Dessa forma, o USTA cortou 110 empregos, cerca de 20% de sua força de trabalho, e fechará seus escritórios em White Plains, realocando sua equipe em outras instalações de Nova York ainda a serem determinadas.

No final deste mês, a federação deve decidir o futuro do Aberto dos Estados Unidos, programado para ocorrer de 31 de agosto a 13 de setembro em Nova York, e dos outros torneios de quadra dura no país.

Um deles é o Cincinnati Masters 1000 (16 a 23 de agosto), que a USTA está pensando em transferir para Nova York, para que os tenistas que também jogam o US Open não precisem viajar e possam estar no mesmo ambiente protegido do vírus.

Os circuitos ATP (masculino) e WTA (feminino) seguem mantendo suas temporadas suspensas até o final de julho devido à pandemia.

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