F1: Tsunoda revela que foi orientado a recusar convite para Euroformula Open; entenda

Luke Smith
·3 minuto de leitura

Yuki Tsunoda, piloto da F2, recusou um retorno no Euroformula Open depois de ser informado pela Red Bull para se concentrar na preparação para o seu primeiro teste de Fórmula 1, em Ímola.

Membro da Academia da Red Bull, Tsunoda deu mais um passo à frente para garantir um assento na F1 com a AlphaTauri em 2021, completando seu primeiro teste no início desta semana.

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O jovem ‘apadrinhado’ pela Honda completou mais de 300 km em um carro da Toro Rosso com especificações de 2018, o que o tornou elegível para participar de sessões de treinos de F1. Ele é amplamente apontado para conseguir um assento na AlphaTauri em 2021 ao lado de Pierre Gasly, substituindo o piloto russo Daniil Kvyat.

Após o teste em Ímola, Tsunoda revelou que tinha sido convidado pela Carlin - equipe com a qual corre na F2 - para participar de uma etapa do Euroformula Open em Spa no mês passado, tendo disputado o campeonato no ano passado.

Mas Tsunoda foi avisado pelo conselheiro da Red Bull, Helmut Marko, para recusar a oportunidade para que pudesse se concentrar na preparação para seu teste de F1.

“Fui convidado pela Carlin para o Euroformula Open, eles queriam que eu pilotasse no Euroformula Open, uma corrida em Spa”, disse Tsunoda.

“Eu perguntei ao Helmut, e ele disse não, você só tem que focar na Fórmula 1, nada mais, apenas focar na Fórmula 1, para chegar aos 300 km hoje, nada disso”.

A Carlin correu com Ben Barnicoat em um terceiro carro em Mugello ao lado dos pilotos titulares da temporada completa, Zane Maloney e Ido Cohen, mas só entrou com dois carros em Spa.

A próxima saída de Tsunoda à pista acontecerá no Bahrein no final do mês, quando a longa pausa da F2 no final da temporada se aproxima do fim. O piloto da Carlin está em terceiro na classificação do campeonato, 44 pontos atrás do líder Mick Schumacher, mas está apenas sete pontos à frente de Nikita Mazepin, que é o sexto na classificação.

Tsunoda precisa terminar entre os cinco primeiros na Fórmula 2 para ganhar os pontos necessários para a superlicença, que o habilitará para correr na F1 no próximo ano.

Questionado sobre se sentiu algum estresse ou pressão extra ao entrar nas duas rodadas finais da temporada, Tsunoda disse que nada mudou, já que o objetivo sempre foi claro desde o início do ano.

“Não faz muita diferença, mesmo agora”, disse Tsunoda. “Já me preparei para essa mentalidade desde janeiro, então não sinto muito, nem sinto muito estresse com isso”.

“Tenho que focar nos treinos livres da Fórmula 2, a primeira curva e a primeira zona de frenagem, o que tenho que fazer. Eu tenho que me concentrar sessão por sessão e volta por volta”.

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