F1: Promotores do GP da China buscam adiamento da prova em 2021

Luke Smith
·3 minuto de leitura

O GP da China deve ser a segunda corrida da Fórmula 1 a ser adiada na temporada 2021, já que os promotores do evento de Xangai buscam o adiamento da prova para o final do campeonato.

Além da etapa chinesa, o GP da Austrália deve ser adiado. A corrida de Melbourne deveria abrir a temporada, mas deve 'ficar para depois' em função das medidas do governo australiano para o combate à pandemia.

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“Temos estado em contato [com a F1] por teleconferência quase todas as semanas”, disse Yibin Yang, o gerente geral do promotor de corridas Juss Event, à mídia local, incluindo o Motorsport.com, no sábado. “Apesar de o calendário estar em vigor como de costume, acho que é extremamente incerto que a corrida de F1 acontecerá no primeiro semestre do ano, em [11 de] abril.

“Pretendemos trocá-lo para o segundo semestre do ano e apresentamos formalmente o pedido. Esperamos mudá-lo para o segundo semestre", afirmou o representante da empresa que promove o evento chinês.

O adiamento da corrida abriria uma segunda vaga em abril, junto com a data de 25 de abril originalmente planejada para a agora abandonada corrida do Vietnã. Entende-se que Ímola e Portimão - circuitos que entraram no calendário de 2020 - estão brigando para preencher essas lacunas, tendo ambos estado na disputa para substituir o Vietnã e iniciar a temporada europeia.

Portanto, um adiamento do GP da China aumentaria o desafio que a F1 enfrenta no segundo semestre do ano, com a Austrália também tentando buscar uma data revisada. Em 2020, a prova de Melbourne acabou fora do calendário.

Atualmente, há apenas quatro fins de semana livres entre o final das férias de meio de ano e o final da temporada em Abu Dhabi em 5 de dezembro, o que significa que, para encaixar a Austrália e a China de volta ao calendário, seria necessária uma série de mudanças.

Yang falou sobre o desafio: “Transferir para o segundo semestre do ano depende do plano do governo municipal. Se colocarmos todos os eventos internacionais para o segundo semestre, vai estar acima da capacidade da cidade."

"Para sediar qualquer evento sucessivamente, são necessários recursos públicos, polícia e secretarias. Se tivermos que sediar todos os grandes eventos no segundo semestre, haverá falta de recursos públicos, bem como conflitos em termos de marketing.”

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