F1: Pirelli está investigando vibração no pneu traseiro de Hamilton em Ímola

Luke Smith
·3 minuto de leitura

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O piloto da Red Bull sofreu um estouro no pneu traseiro direito a 12 voltas do fim do GP de Emilia Romagna, há duas semanas, o que o fez abandonar da corrida.

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Ele não foi o único piloto a enfrentar problemas de pneus, já que a Mercedes foi forçada a lidar com uma vibração no conjunto de pneus do líder da corrida, Hamilton, gerando temores de que tivesse sido danificado.

Hamilton optou pelos pneus macios no último safety car, chamado após a falha de Verstappen, o que lhe permitiu usar um novo conjunto e evitar problemas de vibração ao final da corrida.

A análise da Pirelli sobre a falha de Verstappen mostrou que seu pneu traseiro direito teve alguns cortes e, embora a Mercedes não tenha encontrado o mesmo problema com Hamilton, uma investigação está em andamento.

"O pneu começou a apresentar um pouco de vibração e decidimos trocá-lo para não correr riscos", disse o chefe da equipe da Mercedes, Toto Wolff.

"É algo que ainda não entendemos sobre o pneu. Ele permaneceu intacto e foi enviado para Milão para análise e estamos aguardando os resultados."

"Posso confirmar que estamos analisando o pneu junto com a equipe", acrescentou o chefe de pneus da Pirelli F1, Mario Isola.

"As descobertas serão compartilhadas com a equipe. Como disse Toto, não houve perda de pressão, apenas aumento da vibração. Estamos investigando."

A investigação do estouro do pneu de Verstappen em Imola mostrou uma série de cortes que significaram que o pneu não foi capaz de manter as cargas a que foi submetido, causando a falha instantânea.

"Encontramos alguns cortes na banda de rodagem e na parede lateral, tanto interna quanto externamente", disse Isola.

“Acreditamos que o motivo da falha tenha sido um dano no centro da banda de rodagem que causou o estrago tanto nas correias quanto na carcaça, então as correias começaram a se soltar a partir desse estrago”.

“A certa altura, quando a carcaça não aguentava mais a carga, tivemos a deflação que todos viram na televisão.

“Compartilhamos a análise com a FIA e a equipe, e essa é a prova que temos. Obviamente é difícil analisar um pneu que está em pedaços, mas mandamos imediatamente o pneu de Imola para nossos laboratórios em Milão".

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