F1: Mercedes se preocupa com último ano da Honda com RBR; entenda

Egri Dávid
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O chefe da Mercedes, Toto Wolff, disse que sua equipe não pode relaxar no próximo ano da Fórmula 1 porque a fornecedora de motores rival, a Honda, vai tentar deixar a categoria de maneira marcante.

Embora a Mercedes tenha sido dominante em 2020, com a conquista do sétimo título de construtores consecutivo, a montadora alemã já é a favorita para 2021 porque as regras mudarão pouco.

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Mas o ritmo de crescimento da Red Bull, mostrado pelas performances do holandês Max Verstappen desafiando regularmente a Mercedes por vitórias, destacou que a equipe austríaca está começando a ter algum desempenho extra de seu chassi.

Além disso, com algumas atualizações aerodinâmicas permitidas e introdução por parte da Honda de um motor totalmente novo, Wolff está ciente de que a Red Bull será ainda mais forte, portanto a dominação atual da Mercedes não pode ser garantida para a próxima temporada.

Questionado se estava preocupado com a ascensão da Red Bull, Wolff disse: “Sempre nos preocupamos, porque pode-se dizer que esta temporada foi provavelmente a mais forte, mas raramente houve mais de três carros à frente.”

“Max também está fazendo um trabalho fantástico. Ele provavelmente está guiando melhor do que o carro é realmente capaz de trazer. É como um déjà vu, todo fim de semana em que você tem esses três na frente e ele está agarrado com a ponta dos dedos.”

“Portanto, no próximo ano, a Honda vai dar uma grande despedida, eu acho, em sua última temporada, e todos na Red Bull vão estar motivados. Por último, mas não menos importante, Max.”

A Honda anunciou recentemente que estava deixando a F1 no final de 2021, porque precisava desviar recursos para ajudar na transição de sua empresa de carros de rua para se tornar neutra em carbono a longo prazo.

A Red Bull ainda está procurando um parceiro de motor para a temporada 2022 e mais adiante, tendo como opção preferida assumir o projeto Honda e operar as unidades de potência. Tal plano só poderia acontecer se a F1 concordasse com o congelamento do motor para evitar o desenvolvimento, mas essa mudança de regra não tem o apoio da Renault nem da Ferrari.

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