F1 descarta rumores de que irá adiar novo regulamento para 2023

Jonathan Noble
·3 minuto de leitura

Nos últimos dias, começaram a surgir especulações de que a Fórmula 1 estaria considerando adiar a introdução do novo carro e do novo regulamento técnico em um ano, para 2023, devido ao contínuo impacto econômico da pandemia da Covid-19. Mas a categoria rapidamente veio a público desmentir esses rumores, afirmando que segue comprometida com o prazo de 2022.

A chegada da nova geração de carros, que tem como objetivo melhorar as corridas para o público e os pilotos, já havia sido adiada em um ano, para 2022, por conta da pandemia. Mas com o mundo ainda sofrendo os efeitos da Covid-19 e boa parte da Europa voltando a se fechar devido ao aumento de casos, surgiram rumores sobre uma possível mudança de planos.

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A sugestão era que os modelos atuais poderiam ser mantidos por uma terceira temporada, com o novo regulamento sendo adiado para 2023. Mas a F1 deixou claro que isso não está sendo considerado. A Liberty vê o novo regulamento como essencial para melhorar o esporte.

Um porta-voz disse: "Qualquer sugestão de que o regulamento de 2022 será adiado é incorreta e não foi considerada. O novo regulamento foi feito para melhorar a competição nas pistas e dar aos fãs uma pilotagem mais próxima. Isso, combinado com o novo regulamento financeiro, irá melhorar a F1, criando um modelo de negócios mais saudável para o esporte".

O atraso original de 2021 para 2022 foi mais do que justificável, devido à escala das implicações financeiras da pandemia quando ela surgiu, no início de 2020. Naquele momento, a F1 se preocupava com a possibilidade real de algumas equipes não sobreviverem à crise.

Porém, o plano bem-sucedido da F1 de ter um calendário completo em 2020 aliviou a situação das equipes. No ano passado, algumas equipes chegaram a falar sobre o adiamento do regulamento para 2023 para cortar gastos, mas isso foi descartado por Ross Brawn, diretor-esportivo da categoria.

Ele argumentou que, com a nova geração de carros sendo tecnicamente menos complexa que a atual, as equipes estariam economizando a partir do momento que a mudança fosse concretizada.

Falando em 2020 sobre algumas equipes apoiando o adiamento, Brawn disse: "Acho que algumas equipes preferiam adiar em mais um ano. É justificável a manutenção desses carros para o próximo ano [2021] porque estamos no meio do lockdown. Isso é justificável".

"Mas as iniciativas que trazemos com esse novo regulamento visam tornar o esporte mais economicamente viável em termos de complexidade, onde as equipes estão gastando mais".

"Os carros atuais, eles são tão complexos que, quanto mais você gasta, mais rápido será e precisamos nivelar isso, criando uma situação em que o dinheiro não é o único fator determinante para a competitividade. Portanto, precisamos desses carros novos".

Apesar das equipes da F1 terem um aumento de gastos neste ano devido ao desenvolvimento do carro de 2022 ao lado do trabalho do modelo de 2021, a imposição do teto orçamentário impede que esses gastos fujam ao controle.

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